Comissão analisa autodeclarações de candidatos às vagas reservadas da UNIFAL-MG

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Universidade objetiva assegurar os direitos daqueles que se enquadram na Lei de Cotas

A fim de garantir os direitos de candidatos que concorrem a uma das vagas reservadas dos cursos de graduação da UNIFAL-MG no processo seletivo pelo Sisu 2018/1, a Universidade criou uma comissão para verificar as declarações de alunos que pretendem entrar na Universidade por meio de cotas.

O objetivo é evitar fraudes, assegurando os direitos legítimos daqueles que se enquadram na Lei das Cotas, nº 12.711/2012, a qual prevê a destinação de vagas para estudantes que fizeram o Ensino Médio em escolas públicas, e vagas reservadas àqueles que se declaram preto, pardo e indígena.

Conforme o presidente da comissão técnica, Prof. Natalino Neves da Silva, os candidatos que se autodeclararem pretos, pardos ou indígenas serão avaliados em uma entrevista com a comissão, que entre os critérios, analisará o fenótipo do candidato - conjunto das características predominantes, como cor da pele, textura do cabelo e formato do rosto. Não haverá exame.

A Universidade aderiu ao sistema de cotas em 2013 e das 1.097 vagas oferecidas nos cursos de graduação neste primeiro semestre de 2018, cerca de 50% são destinadas para políticas de ações afirmativas.

Vale destacar que o tema ganhou repercussão no Jornal da EPTV, na edição do dia 31/01, quando o repórter da emissora, Marcelo de Castro, conversou com o professor Natalino, ao vivo, da sede da Instituição. Confira:

Reportagem também disponível no portal do G1 Sul de Minas, link: http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/jornal-da-eptv/videos/v/unifal-cria-comissao-para-verificar-declaracoes-de-alunos-de-cotas/6464272/