Universidade Federal de Alfenas      

Sobre o PET Farmácia

PET FARMÁCIA

O Programa de Educação Tutorial do Curso de Farmácia (PET FARMÁCIA) foi criado em novembro de 1991, sendo o primeiro Grupo PET da UNIFAL-MG. A Professora Maria Esperança Rabelo Junqueira que implantou o PET na UNIFAL-MG e foi a primeira tutora, orientando os integrantes do PET Farmácia até julho de 2001. Com a sua aposentadoria, a Profa Denise Aparecida Corrêa Moreira assumiu, em agosto de 2001, a tutoria do PET Farmácia, conduzindo os trabalhos grupo até setembro de 2009. Em outubro de 2009, a Profa Sandra Maria Oliveira Morais Veiga assumiu a tutoria, e desde então, vem conduzindo juntamente com os alunos integrantes, as atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas pelo grupo. O Grupo PET Farmácia é do tipo curso específico, têm doze vagas para  bolsistas e até seis vagas para não bolsistas. O PET FARMÁCIA compromete-se com a formação ampliada dos acadêmicos do referido curso, buscando a indissociabilidade: Ensino, Pesquisa e Extensão. As atividades de ensino, pesquisa e extensão acima citadas são condizentes com as premissas do PET, com o projeto político pedagógico do curso e também são adequadas às necessidades do novo modelo de saúde e às demandas da sociedade moderna. Seus objetivos são oferecer uma formação acadêmica ampla, com interação contínua entre bolsistas/docentes, discentes e comunidade; formar cidadãos aptos a trabalharem em equipe; estimular a melhoria do ensino de graduação, formar jovens versáteis, de iniciativa, de expressão oral e argumentação, multiplicadores do conhecimento, capazes de administrarem o tempo e as tarefas.

São objetivos específicos do PET Farmácia:

- Desenvolver atividades acadêmicas em padrões de qualidade de excelência, mediante grupos de aprendizagem tutorial de natureza coletiva e interdisciplinar;

- Contribuir para a elevação da qualidade da formação acadêmica dos alunos do curso de Farmácia;

- Estimular a formação de profissionais farmacêuticos e docentes de elevada qualificação técnica, científica, tecnológica e acadêmica;

- Formular novas estratégias de desenvolvimento e modernização do ensino superior no país;

- Estimular o espírito crítico, bem como a atuação profissional do farmacêutico pautada pela cidadania e pela função social da educação superior;

- Introduzir novas práticas pedagógicas na graduação;

- Contribuir para a consolidação e difusão da educação tutorial como prática de formação na graduação;

- Contribuir com a política de diversidade na instituição de ensino superior-IES, por meio de ações afirmativas em defesa da equidade socioeconômica, étnico-racial e de gênero.

A metodologia para o desenvolvimento de atividades é interativa, com divisão de tarefas, formação de grupos e estímulo à autonomia. São planejadas ações para serem desenvolvidas  anualmente e o grupo têm projetos de pesquisa e extensão com atividades continuadas; Essas atividades são reavaliadas periodicamente, sendo que outras atividades podem ser desenvolvidas conforme demanda da comunidade acadêmica ou da sociedade e então, são oportunamente, incluídas no relatório de atividades.

Assim, espera-se a produção de impactos positivos no curso de graduação e benefícios para a comunidade acadêmica em geral, bem como para a universidade e a sociedade.

Ainda, pretende-se divulgar conhecimentos científicos  e tecnológicos por meio de apresentação de trabalhos em eventos científicos e publicações e favorecer a troca de experiências, conhecimentos e saberes.

 

O PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL

O Programa de Educação Tutorial foi criado em 1979 pelas CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), com o nome de Programa Especial de Treinamento. Este programa foi transferido no final de 1999, para a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESU) e, em 2004, o PET passou a ser identificado como Programa de Educação Tutorial.

Assim, o PET constitui-se um programa desenvolvido em grupos organizados, a partir de cursos de graduação, nas instituições de ensino superior do País, orientados pelo princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

De acordo com a Portaria MEC 976/2013, seus objetivos são:

I - desenvolver atividades acadêmicas em padrões de qualidade de excelência, mediante grupos de aprendizagem tutorial de natureza coletiva e interdisciplinar;

II - contribuir para a elevação da qualidade da formação acadêmica dos alunos de graduação;

III - estimular a formação de profissionais e docentes de elevada qualificação técnica, científica, tecnológica e acadêmica;

IV - formular novas estratégias de desenvolvimento e modernização do ensino superior no país;

V - estimular o espírito crítico, bem como a atuação profissional pautada pela cidadania e pela função social da educação superior;

VI - introduzir novas práticas pedagógicas na graduação;

VII - contribuir para a consolidação e difusão da educação tutorial como prática de formação na graduação;

VIII - contribuir com a política de diversidade na instituição de ensino superior-IES, por meio de ações afirmativas em defesa da equidade socioeconômica, étnico-racial e de gênero.

1º Os grupos PET serão criados conforme processo de seleção definido em edital da Secretaria de Educação Superior – SESu do Ministério da Educação.

2º A expansão dos grupos PET deverá estimular a vinculação dos novos grupos às áreas prioritárias e à políticas públicas e de desenvolvimento, assim como a correção de desigualdades regionais e a interiorização do programa.

3º Os grupos PET devem ser vinculados à Pró-Reitoria de Graduação ou órgão equivalente, sem prejuízo do envolvimento das Pró-Reitorias de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação, ou órgãos equivalentes, a critério da instituição de ensino superior - IES.

 

ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR TUTOR

(Portaria MEC  976 de 2010, republicada em 2013).

I - planejar e supervisionar as atividades do grupo e orientar os integrantes discentes;

II - coordenar a seleção dos bolsistas;

III - submeter a proposta de trabalho para aprovação da Pró-Reitoria de Graduação, ou órgão equivalente;

IV - organizar os dados e informações sobre as atividades do grupo para subsidiar a elaboração do relatório da IES;

V - dedicar carga horária mínima de dez horas semanais para orientação dos integrantes discentes do grupo PET, sem prejuízo das demais atividades previstas em sua instituição;

VI - atender, nos prazos estipulados, às demandas da instituição e do MEC;

VII - solicitar ao Comitê Local de Acompanhamento e Avaliação (CLAA), por escrito, justificadamente, seu desligamento ou o de integrantes discentes;

VIII - controlar a frequência e a participação dos estudantes;

IX - elaborar a prestação de contas da aplicação dos recursos recebidos, a ser encaminhada à SESu.

X - fazer referência a sua condição de bolsista do PET nas publicações e trabalhos apresentados; e

XI - cumprir as exigências estabelecidas no Termo de Compromisso.

 

DEVERES DO ESTUDANTE BOLSISTA

(Portaria MEC  976 de 2010, republicada em 2013).

I - zelar pela qualidade acadêmica do PET;

II - participar de todas as atividades programadas pelo professor tutor;

III - participar durante a sua permanência no PET em atividades de ensino, pesquisa e extensão;

IV - manter bom rendimento no curso de graduação;

V - contribuir com o processo de formação de seus colegas estudantes da IES, não necessariamente da mesma área de formação, especialmente no ano de ingresso na instituição;

VI - publicar ou apresentar em evento de natureza cientifica um trabalho acadêmico por ano, individualmente ou em grupo;

VII - fazer referência à sua condição de bolsista do PET nas publicações e trabalhos apresentados; e

VIII - cumprir as exigências estabelecidas no Termo de Compromisso.

O estudante bolsista de grupo PET receberá mensalmente uma bolsa de valor equivalente ao praticado na política federal de concessão de bolsas de iniciação científica.

  

O INTEGRANTE DISCENTE SERÁ DESLIGADO DO GRUPO NOS SEGUINTES CASOS

(Portaria MEC  976 de 2010, republicada em 2013). 

I - conclusão, trancamento de matrícula institucional ou abandono de curso de graduação;

II - desistência;

III - rendimento escolar insuficiente;

IV - acumular duas reprovações em disciplinas após o seu ingresso no PET;

V - descumprimento das obrigações junto às Pró-Reitorias de Graduação, de Extensão e de Pesquisa, ou equivalentes;

VI - descumprimento dos deveres previstos no artigo 18 da Portaria MEC 976/2013.

VII - prática ou envolvimento em ações não condizentes com os objetivos do PET ou com o ambiente universitário.

 

 

 


 

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