NEABI

NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS (NEABI/UNIFAL-MG)

Comissão permanente, no âmbito do Departamento de Direitos Humanos e Inclusão, com o objetivo de participar da constituição, avaliação e produção de conhecimentos relacionados às políticas institucionais relativas aos direitos humanos e às Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de História e Cultura Africanas e Afro-brasileiras e História e Cultura Indígenas, bem como pelo planejamento, execução, monitoramento e disseminação de políticas, ações e serviços institucionais voltados ao enfrentamento e combate ao racismo, criada pela Resolução CAE nº 4/2019. Composição atual pelos servidores (Portaria nº 380/2021):
 
  • – Fabiana de Oliveira – Professora do Magistério Superior – Presidente
  • – Lívia Nascimento Monteiro ? Professora do Magistério Superior – Vice-Presidente
  • – Carmem Lúcia Rodrigues – Professora do Magistério Superior
  • – Jackson Wilke da Cruz Souza ? Professor do Magistério Superior
  • – Ítalo Oscar Leon ? Professor do Magistério Superior
  • – Danilo de Abreu e Silva – Técnico em Audiovisual
  • – Elaine Ribeiro da Silva dos Santos – Professora do Magistério Superior
  • – Elias Evangelista Gomes – Professor do Magistério Superior
  • – Flaviane Faria Carvalho – Professora do Magistério Superior
  • – Geovânia Lúcia dos Santos – Professora do Magistério Superior
  • – Nayhara Juliana Aniele Pereira Thiers Vieira – Técnica em Assuntos Educacionais
  • – Walter Francisco Figueiredo Lowande – Professor do Magistério Superior

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Contato:
neabi@unifal-mg.edu.br
 

Atividades

  • Mês da Consciência Negra
    Aquilombar-se é juntar, encontrar e reunir para relembrar as lutas ancestrais e nos fortalecermos nas lutas por transformações no presente e, assim, construirmos novas possibilidades de futuros em que estejamos vivas e vivos. Aquilombar é transformar o presente, com a memória que orienta e com o futuro em nossas mãos. Aquilombar é defender a vida
  • UNIFAL-MG inclui práticas de assédio, bullying, cyberbullying, discriminação por sexo ou orientação sexual como infrações disciplinares
    Imagem ilustrativa (Foto: Yan Krukov/Pexels) Estudante da UNIFAL-MG que cometer práticas de assédio ou importunação sexual, racismo, apologia ao racismo e injúria racial, bullying e cyberbullying e discriminação por sexo ou orientação sexual, além das penalidades previstas em lei, poderão ser suspensos e deverão participar de atividades formativas para mudança de comportamento hostil. Essas medidas foram incluídas no Artigo