NEABI

NÚCLEO DE ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS E INDÍGENAS (NEABI/UNIFAL-MG)

Comissão permanente, no âmbito do Departamento de Direitos Humanos e Inclusão, com o objetivo de participar da constituição, avaliação e produção de conhecimentos relacionados às políticas institucionais relativas aos direitos humanos e às Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de História e Cultura Africanas e Afro-brasileiras e História e Cultura Indígenas.
 
Atua no planejamento, execução, monitoramento e disseminação de políticas, ações e serviços institucionais voltados ao enfrentamento e combate ao racismo.
 
Criada pela Resolução CAE nº 4/2019. Composição atual pelos servidores (Portaria nº 1527/2021):
 
  • Fabiana de Oliveira – Professora do Magistério Superior – Presidente
  • Lívia Nascimento Monteiro – Professora do Magistério Superior – Vice-Presidente
  • André Luiz Sena Mariano – Professor do Magistério Superior
  • Danilo de Abreu e Silva – Técnico em Audiovisual
  • Danilo Paiva Ramos – Professor do Magistério Superior
  • Daniela Silva de Freitas – Professora do Magistério Superior
  • Elaine Ribeiro da Silva dos Santos – Professora do Magistério Superior
  • Elias Evangelista Gomes – Professor do Magistério Superior
  • Geovânia Lúcia dos Santos – Professora do Magistério Superior
  • Ítalo Oscar Riccardi Leon – Professor do Magistério Superior
  • Jackson Wilke da Cruz Souza – Professor do Magistério Superior
  • Janaína de Mendonça Fernandes – Professora do Magistério Superior
  • Lora dos Anjos Rodrigues – Professora do Magistério Superior
  • Márcio Abondanza Vitiello – Professor do Magistério Superior
  • Nayhara Juliana Aniele Pereira Thiers Vieira – Técnica em Assuntos Educacionais
  • Vanessa Tavares de Jesus Dias – Professora do Magistério Superior
  • Vinícius de Souza Moreira – Professor do Magistério Superior
  • Walter Francisco Figueiredo Lowande – Professor do Magistério Superior

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Contato:
neabi@unifal-mg.edu.br
 

Atividades

  • Introdução aos estudos de hip-hop
          Convidamos vocês a participarem da palestra com a professora Rôssi Alves (UFF), que vai falar na disciplina Introdução aos estudos de hip-hop sobre sua pesquisa, que, nos últimos dez anos, tem analisado a cena do hip-hop carioca, com foco nas batalhas de rima e nas rodas culturais. O evento será amanhã, dia
  • Convite – live de lançamento do livro “Guiné-Bissau: revolução anti-imperialista inacaba”
    É com satisfação que convidamos vocês a participarem da live de lançamento do livro “Guiné-Bissau: revolução anti-imperialista inacabada”, organizado pelo prof. dr. Natalino Neves da Silva (UFMG) e Bruno Gomes, doutorando em Educação na UFPR. 📌 A live será hoje, 17/03/2022 às 19h no canal oficial da UNIFAL-MG no Youtube: https://www.youtube.com/c/unifalmgoficial  Esse lançamento é uma organização
  • Conheça o e-book Gênero, sexualidades e relações étnico-raciais
    O livro é resultado do processo de leituras, pesquisas e debates desenvolvidos durante o período de ensino remoto emergencial no Grupo de Trabalho Gênero e Sexualidades no Ensino de História, entre o segundo semestre de 2020 e o primeiro semestre de 2021, e entre outros GTs existentes ficou conhecido como GT2. Ele reuniu discentes do
  • Mês da Consciência Negra
    Aquilombar-se é juntar, encontrar e reunir para relembrar as lutas ancestrais e nos fortalecermos nas lutas por transformações no presente e, assim, construirmos novas possibilidades de futuros em que estejamos vivas e vivos. Aquilombar é transformar o presente, com a memória que orienta e com o futuro em nossas mãos. Aquilombar é defender a vida
  • UNIFAL-MG inclui práticas de assédio, bullying, cyberbullying, discriminação por sexo ou orientação sexual como infrações disciplinares
    Imagem ilustrativa (Foto: Yan Krukov/Pexels) Estudante da UNIFAL-MG que cometer práticas de assédio ou importunação sexual, racismo, apologia ao racismo e injúria racial, bullying e cyberbullying e discriminação por sexo ou orientação sexual, além das penalidades previstas em lei, poderão ser suspensos e deverão participar de atividades formativas para mudança de comportamento hostil. Essas medidas foram incluídas no Artigo