A expansão da pós-graduação stricto sensu nacional, responsável pela continuidade da formação de pesquisadores e pelo desenvolvimento de parcela esmagadora da pesquisa brasileira, deve ser acompanhada pela qualificação permanente dos programas e sua estruturação pedagógica com vistas a aumentar a eficácia e a efetividade de seus resultados na formação. Um dos caminhos para isso é a sistematização dos processos de autoavaliação e o planejamento estratégico dos Programas de Pós-Graduação, concebidos como instrumentos de qualificação da formação de mestres e doutores, da produção intelectual e de seus impactos na sociedade, de modo articulado e indissociável com o projeto de universidade que queremos construir.
Os rumos da pós-graduação na UNIFAL-MG certamente serão melhores estabelecidos e compreendidos quando cada PPG entender criticamente o contexto em que estão inseridos, suas finalidades, seu campo de atuação e de intervenção, bem como a direção que pretende seguir, considerando o campo científico específico, os parâmetros da formação de mestres e doutores e a inserção social e científica a ser alcançada. A autoavaliação e o planejamento estratégico auxiliam, portanto, nos modos de pensar o programa a curto, médio e longo prazo com a participação e compreensão de todos os envolvidos, docentes, discentes e servidores técnico-administrativos.
Portanto, a autoavaliação e o planejamento estratégico auxiliam na: a) compreensão da identidade do programa, de sua área de concentração e linhas de pesquisa, evidenciando sua coerência e consistência no que circunscreve à concepção e aos modos de pensar e planejar o desenvolvimento deste, permitindo refletir sobre o programa como totalidade; b) qualificação do programa, pois com ele é possível captar a vida do programa e se projetar para o futuro, naquilo que se deseja alcançar; c) visibilidade do programa em nível local, regional, nacional e internacional, para os sujeitos que o compõem (professores, estudantes, técnicos administrativos, institutos, unidades acadêmicas etc.), para a universidade e instituições parceiras, bem como para a sociedade de uma forma geral; d) autoavaliação permanente do conjunto das atividades e ações que são ou serão desenvolvidas.
Além disso, os aspectos tratados na autoavaliação e planejamento estratégico, ao estarem claros para os diferentes sujeitos, auxiliam no(a): a) mudança de coordenação, visto que além da passagem gradual de coordenação, o(a) novo(a) coordenador(a) tem acesso às questões centrais do programa; b) compreensão da dinâmica do programa por novos docentes (efetivos, colaboradores ou visitantes), que comumente demanda muito tempo para se ambientar neste; c) ampliação da visibilidade do programa junto à comunidade externa, possibilitando o aumento da demanda por vagas no programa em processos seletivos.
Ademais, é imprescindível compreender o contexto sociopolítico, econômico e educacional da UNIFAL-MG e sua relação com os diferentes campos científicos, expressos em cada um dos PPG dessa instituição. Além disso, é preciso entender os programas a partir da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, bem como da sua estreita relação com os cursos de Graduação, no sentido de fortalecer a formação, ao mesmo tempo em que favorece o desenvolvimento de pesquisas colaborativas e a ampliação qualitativa da produção intelectual.
Para elaborar um planejamento estratégico gerenciável e significativo, a utilização de indicadores e metas quantitativas é imperativa. Neste sentido, a PRPPG/UNIFAL-MG detêm a licença do software Stella Experta PG, que permite a comparação de uma gama indicadores quantitativos com PPG nacionais da respectiva área de avaliação de cada programa. A análise detalhada destes indicadores à luz dos documentos da CAPES e normativas institucionais podem auxiliar os PPG da UNIFAL-MG em sua autoavaliação e planejamento estratégico. Isto é, avaliar a pertinência dos indicadores para área do PPG é o primeiro passo. Identificado como pertinente para área dado indicador e diagnóstico de uma dimensão supracitada, passa-se para dissecação das métricas embutidas neste indicador, que podem, por sua vez, serem correlacionadas com a autoavaliação em curso do PPG. A próxima etapa consiste em comparar estes indicadores com os valores de outros PPG com nota CAPES igual e/ou maior, a fim de conhecer a realidade atual do programa com relação àquela dimensão. Tal comparação permitirá ao PPG estabelecer metas de manutenção e evolução nos indicadores, conhecendo, a partir do pleno entendimento das métricas embutidas no indicador, quais métricas devem ser melhoraras e em que escala para atingir os valores dos indicadores de PPG de conceito superior, por exemplo. Essa análise então direcionará o planejamento as inciativas e a operacionalização do planejamento estratégico do PPG, de tal forma que as propostas de modificações de normativas internas e rotinas visem atingir as métricas identificadas como relevantes para a melhora dos indicadores.
1. Referenciais Estruturantes do Planejamento
O Planejamento Estratégico do PPGQ para o quadriênio 2025–2028 foi elaborado de forma integrada, fundamentada e responsiva, considerando a Plataforma Stella Experta PG e os seguintes documentos:
1.1 Plano de Desenvolvimento Institucional – UNIFAL-MG (2025–2030)
O planejamento do PPGQ alinha-se aos direcionadores institucionais do PDI institucional vigente, em especial:
- excelência acadêmica e científica;
- internacionalização estratégica;
- inovação e sustentabilidade;
- responsabilidade social e valor público;
- gestão democrática, efetiva e baseada em
O PPGQ é entendido como instrumento estratégico da UNIFAL-MG para a consolidação da pós-graduação stricto sensu e alcance da excelência.
1.2 Ficha de Avaliação CAPES – Quadriênio 2021–2024
Na Avaliação Quadrienal 2021–2024, o PPGQ alcançou a nota final 5, com os seguintes resultados centrais:
- Quesito 1 – Programa: Muito Bom
- Quesito 2 – Formação: Muito Bom
- Quesito 3 – Impacto na Sociedade: Bom
A Comissão de Área destacou avanços estruturais importantes (reformulação das linhas, currículo, infraestrutura e planejamento), mas indicou limitações claras para progressão à nota 6, concentradas principalmente em:
- impacto bibliométrico (h2, mediana h, Scival);
- impacto econômico e tecnológico (transferência de tecnologia);
- necessidade de maior liderança científica com projeção
Esses pontos foram assumidos como eixos centrais do planejamento 2025–2028.
1.3 Ficha de Avaliação CAPES – Quadriênio 2025–2028 – e Documento de Área
A nova ficha para a Avaliação Quadrienal 2025–2028 e o Documento de área correspondente, ambos publicados em 02/02/2025, trazem também três quesitos, a saber:
- Quesito 1 – Programa, com perspectivas de atualização contínua da estrutura fundante do programa (linhas e projetos de pesquisa, disciplinas, corpo docente, etc.) com base na autoavaliação e no planejamento estratégico, primando pela interdisciplinaridade e convergência dos conhecimentos, otimização do atendimento e o impacto aos diversos segmentos da sociedade e do mundo do trabalho, cooperação insterinstitucional visando à sustentabilidade e Química Verde, e políticas de equidade e participação plena e consistente de grupos sub-representados.
- Quesito 2 – Formação e Produção Intelectual, com foco na oportunização de formação nas dimensões social, econômica, ambiental e institucional, assim como a produção intelectual, a qual também espera-se ter impacto acadêmico e estar aderente às linhas e projetos de pesquisa do programa.
- Quesito 3 – Impacto (local, regional, nacional, internacional), com a priorização de ações que possam trazer impactos reais à sociedade, sem jamais perder a compatibilidade com os campos de atuação do PPGQ, possuindo vínculo com o PDI e alinhamento com a missão da instituição. Este impacto poderá ser através de inovação radical ou disruptiva, incremental e em Tecnologia Social e sua efetiva transferência para sociedade, através de novos produtos, processos ou serviços, ou ainda no aperfeiçoamento de produtos, processos ou serviços já existentes. A internacionalização, a inserção, a visibilidade do programa, o apoio à graduação, a divulgação científica para alunos do ensino básico e fundamental e a popularização da ciência continuam como focos neste quesito, alinhados à sustentabilidade, equidade e inclusão.
1.4 Autoavaliação
A autoavaliação, com ampla participação docente e discente incluindo egressos, confirmou e expandiu o diagnóstico da CAPES, evidenciando:
Forças
- corpo docente qualificado e experiente;
- produção científica relevante com discentes;
- infraestrutura de equipamentos de médio e grande porte;
- boa relação orientador–discente;
- iniciativas de internacionalização.
Fragilidades
- impacto internacional ainda insuficiente;
- assimetrias de produção entre docentes e linhas;
- ausência de produtos de transferência de tecnologia;
- baixa razão discente/docente;
- carência de técnicos e de uma central analítica estruturada;
- necessidade de governança mais objetiva e baseada em
Oportunidades (fatores externos favoráveis)
- Expansão e diversificação de editais de fomento à pesquisa, inovação e internacionalização: A existência de chamadas nacionais e internacionais (CAPES, CNPq, FAPEMIG, FINEP e agências estrangeiras) representa oportunidade para ampliar a captação de recursos, financiar projetos cooperativos e fortalecer a infraestrutura e a internacionalização do PPGQ, aspecto destacado tanto na avaliação CAPES quanto na autoavaliação docente;
- Crescimento das redes de cooperação científica nacionais e internacionais: A consolidação de parcerias já existentes e a ampliação de redes interinstitucionais possibilitam aumentar a visibilidade internacional, o impacto bibliométrico e a liderança científica do programa, fatores essenciais para a progressão ao conceito 6;
- Demanda regional por soluções científicas e tecnológicas: A inserção do PPGQ em uma região com atividades agroindustriais, farmacêuticas, ambientais e de serviços cria oportunidades para projetos aplicados, prestação de serviços tecnológicos, inovação e transferência de tecnologia, ampliando o impacto social e econômico do programa;
- Direcionamento institucional favorável à pós-graduação stricto sensu: O PDI UNIFAL-MG 2025–2030 prioriza a consolidação e a elevação do conceito dos programas de pós-graduação, criando um ambiente institucional propício para investimentos em infraestrutura, internacionalização, inovação e políticas de permanência discente;
- Avanço das políticas de ciência aberta, internacionalização do currículo e impacto social: As diretrizes recentes da direção da CAPES e da Área de Química valorizam internacionalização estratégica, impacto social e econômico, o que favorece programas que já possuem boa base acadêmica e potencial de organização estratégica em prol destes objetivos, como o PPGQ.
Ameaças (fatores externos desfavoráveis)
- Instabilidade no financiamento público da ciência e da pós-graduação: A redução ou instabilidade de recursos federais e estaduais destinados à pesquisa, bolsas e infraestrutura representa risco à sustentabilidade das atividades do PPGQ, podendo impactar diretamente a atração e permanência de discentes;
- Redução e competitividade crescente por bolsas de pós-graduação: A possibilidade de diminuição do número de bolsas CAPES/CNPq/FAPEMIG, associada à fatores externos como macropolítica, pode comprometer a razão discente/docente e a dedicação exclusiva dos alunos, aspectos sensíveis nos indicadores da avaliação CAPES;
- Concorrência com programas mais antigos e já consolidados (conceitos 6 e 7): Programas com maior tradição e inserção internacional podem atrair discentes e docentes altamente produtivos, dificultando a ampliação do impacto e da visibilidade do PPGQ se não houver estratégia clara de diferenciação;
- Dependência de infraestrutura e apoio técnico institucional: A insuficiência de técnicos especializados, a sobrecarga de infraestrutura existente e eventuais atrasos em investimentos institucionais podem limitar a capacidade operacional do programa, mesmo diante de boa infraestrutura instalada;
- Mudanças nos critérios e métricas de avaliação da CAPES: A evolução contínua das métricas de avaliação (impacto, ciência aberta, inovação, equidade de gênero, casos de impacto) exige adaptação contínua, que deve ser atentamente incorporada à rotina do PPGQ.
A autoavaliação foi então utilizada como base direta para definição de prioridades, ações estratégicas e responsáveis, bem como os indicadores, metas e prazos, e planos de ação, inclusive atendendo integralmente ao item 1.4 da Ficha de Avaliação da Área de Química.
2. Objetivos Estratégicos do PPGQ (2025–2028)
Os sete Objetivos Estratégicos (OE) abaixo foram então definidos com base no PDI, nas Fichas de avaliação e no documento de área da CAPES, e na autoavaliação:
OE1: Monitorar e aperfeiçoar o ensino, a pesquisa e a extensão no PPGQ, rumo à excelência formativa e científica (Consolidar conceito “Muito Bom” nos Quesitos 1 e 2);
OE2: Fortalecer a governança, a inclusão, a equidade e a sustentabilidade do programa (Atender recomendações da Comissão e demandas da autoavaliação);
OE3: Modernizar e ampliar o parque instrumental e otimizar a utilização dos recursos disponíveis (Atender Fichas de Avaliação e demandas da autoavaliação);
OE4: Elevar o impacto e a visibilidade científica internacional (Responder diretamente ao item 3.1 das Fichas de Avaliação);
OE5: Converter produção científica em impacto social e econômico (Responder ao item 3.2 – ponto mais crítico da avaliação);
OE6: Avançar em estratégias de internacionalização plena (alinhamento ao PDI e ao item 3.3 das Fichas de Avaliação);
OE7: Implementar estratégia robusta de visibilidade do PPGQ e comunicação com a sociedade (Atender Fichas de Avaliação, Documento de Área, PDI e demandas da autoavaliação).
3. Perspectivas de Ação 2025–2028
Abaixo, estão sumarizadas as principais perspectivas e os objetivos estratégicos a serem galgados no quadriênio, bem como seus responsáveis e a origem (base diagnóstica)
|
Objetivo Estratégico |
Perspectivas |
Responsável |
Base Diagnóstica |
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OE, OE2 |
Acompanhamento das metas e recredenciamento |
Colegiado |
Ficha CAPES + Autoavaliação |
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OE3 |
Central analítica, PROFATEC e técnicos |
IQ / Reitoria |
Autoavaliação |
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OE4 |
Incentivo a colaborações internacionais |
Docentes |
Item 3.1 da Ficha de avaliação |
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OE5 |
Patentes, TT, parcerias com empresas |
Docentes / Agência Inovação |
Item 3.2 da Ficha de avaliação |
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OE6 |
Agenda anual de visitantes e envio de estudantes e pesquisadores; disciplinas em inglês |
Coordenação / Docentes |
Ficha CAPES + Autoavaliação |
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OE7 |
Visibilidade como estratégia de divulgação do impacto do programa, atração de alunos, popularização da ciência |
Coordenação/A gente de comunicação |
Ficha CAPES + Autoavaliação |
Em seguida, foram então construídos 88 indicadores atrelados aos 7 objetivos estratégicos, com suas respectivas metas, acompanhamento (prazos) e planos de ação, os quais estão detalhados nos Anexos 1 a 3.
4. Trajetória Estruturada para a Nota 6
O Planejamento Estratégico 2025–2028 do Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da UNIFAL-MG foi elaborado a partir da integração entre o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2025–2030, a Avaliação CAPES do quadriênio 2021–2024, a nova Ficha de Avaliação CAPES 2025-2028 e o Documento de Área, e um processo sistemático de autoavaliação envolvendo docentes, discentes e egressos. A avaliação externa realizada pela CAPES atestou a consolidação do programa, com a atribuição da nota 5, ao mesmo tempo em que evidenciou desafios estratégicos em diferentes horizontes temporais, objetivando a progressão para nota 6, o que advirá da ampliação do impacto científico, tecnológico e social do programa. O planejamento dialoga diretamente com esses desafios ao estruturar ações voltadas à internacionalização plena, à elevação do impacto da produção científica, à transferência de tecnologia, ao fortalecimento da liderança científica e à adoção de uma governança acadêmica baseada em indicadores objetivos. Esse conjunto de estratégias posiciona o PPGQ de forma consistente para alcançar um padrão de excelência internacional compatível com a nota 6.
5. Itens da Ficha de Avaliação 2021-2024 para o PPGQ, as evidências apontadas (status, incluindo recomendações a partir da Ficha e da autoavaliação) e as ações estratégicas para o quadriênio atual.
As tabelas abaixo demonstram especificamente o conjunto de ações estratégicas definidas no planejamento do programa que dialogam com o resultado da última avaliação quadrienal realizada pela CAPES, uma vez que esta avaliação permitiu termos um diagnóstico comparativo com os outros programas nacionais à luz dos quesitos e itens considerados padrão ouro para mensuração da qualidade formativa em níveis de mestrado e doutorado em química. Este diagnóstico foi corroborado com a autoavaliação do programa, e as ações estratégicas foram definidas invocando também o PDI/UNIFAL-MG e os novos documentos da CAPES.
QUESITO 1 – PROGRAMA (Conceito: Muito Bom)
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Item da Ficha CAPES 2021-2024 |
Evidência (Avaliação externa + Autoavaliação +PDI)/Status |
Ação Estratégica 2025–2028 |
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1.1 Articulação entre linhas, |
Reestruturação para área de concentração única e 6 linhas de pesquisa; maior |
Consolidar estrutura atual; monitorar equilíbrio |
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Item da Ficha CAPES 2021-2024 |
Evidência (Avaliação externa + Autoavaliação + PDI)/Status |
Ação Estratégica 2025–2028 |
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projetos e currículo |
coerência no processo de autoavaliação. |
docente/linha; revisão contínua das linhas |
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1.1 Infraestrutura |
Forte investimento (Proinfra, PROFATEC); autoavaliação aponta gargalos operacionais (técnicos, acesso) |
Criar central analítica multiusuária; pleitear técnicos dedicados; garantir acesso equitativo |
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1.2 Perfil do corpo docente |
Experiência no exterior abaixo da média da área |
Ampliar missões internacionais, pós-docs e visitantes; priorizar perfil internacional em contratações |
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1.3 Planejamento estratégico |
Alinhamento ao PDI; recomenda-se indicadores e metas claras e monitoráveis |
Implementar planejamento estratégico com indicadores, metas e planos de ação; acompanhamento regular pelo colegiado |
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1.4 Autoavaliação |
Processo satisfatório, porém com fragilidades objetivas |
Institucionalizar autoavaliação anual com devolutiva e ajuste do planejamento |
QUESITO 2 – FORMAÇÃO (Conceito: Muito Bom)
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Item da Ficha CAPES |
Evidência |
Ação Estratégica 2025–2028 |
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2.1 Teses e dissertações |
Qualidade Muito Boa; tempo de titulação elevado em parte dos casos |
Acompanhamento semestral do cronograma discente; planos de correção por orientação |
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Evidência |
Ação Estratégica |
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Ausência de transferência de tecnologia (TT) |
Implantar política ativa de TT: patentes, serviços tecnológicos, parcerias com empresas |
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Evidência |
Ação Estratégica |
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Muitas parcerias internacionais, mas baixa proporção de docentes envolvidos |
Ampliar internacionalização para todo o corpo docente |
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Missões e doutorado sanduíche existentes |
Institucionalizar agenda anual de visitantes e disciplinas em inglês, assim como uma agenda de mobilidade out com participação em editais PDSE, Capes Global, etc. |
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Site e redes ativas |
Usar visibilidade como suporte à liderança científica |
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Evidência |
Ação Estratégica |
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Comissão de Área recomenda normas claras, compliance e acompanhamento |
Aplicação objetiva das normas de credenciamento/recredenciamento e políticas ajustadas aos objetivos estratégicos |
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Autoavaliação aponta ruídos decisórios |
Uso obrigatório de indicadores objetivos nas decisões |
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Evidência |
Ação Estratégica |
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Demanda por equidade e inclusão |
Ampliar e garantir a consecução de políticas afirmativas e a acessibilidade nos processos seletivos |

Legenda do Heatmap
- ✅ Programa e Formação: consolidados (base da nota 5)
- ⚠ Internacionalização e Governança: precisam evoluir na estruturação
- ❌ Impacto Científico, Impacto Social e Inovação/TT: gargalos críticos que precisam ser melhorados para alcançar a nota 6
Este mapa, portanto, orienta a intensidade os esforços dentro do planejamento estratégico para o quadriênio atual.
