GENI – Grupo de Pesquisa de Gênero pela Não Intolerância | @geniunifalmg; https://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5417856169633815
Pesquisadores(as):
- Aline Lourenço de Oliveira (PPGPS/UNIFAL-MG);
- Ana Márcia Rodrigues da Silva (PPGEconomia/UNIFAL-MG);
- Cilene Margarete Pereira (ICSA/UNIFAL-MG);
- Elisa Zwick (PPGPS/UNIFAL-MG);
- Fernanda Mitsue Soares Onuma (PPGPS/UNIFAL-MG) – líder;
- Janaina de Mendonça Fernandes (ICSA/UNIFAL-MG);
- Julia Moretto Amâncio (PPGAP/UFLA);
- Santiane Arias Ribeiro (ICSA/UNIFAL-MG);
- Vanessa Tavares de Jesus Dias (ICSA/UNIFAL-MG).
Geni surgiu na @unifalmg, no campus de Varginha, no ano de 2014 como um grupo de estudos que reunia estudantes, uma professora e uma servidora técnico-administrativa. O nome veio como homenagem à música “Geni e o Zepelim” de Chico Buarque, que critica o apagamento de pessoas, sobretudo, mulheres, que constroem nosso país e, ainda assim, são humilhadas e alvo da hipocrisia da sociedade.
O grupo se propõe a fomentar e discutir trabalhos relacionados a questões como: romantização da maternidade, parentalidade, trabalho doméstico, controle reprodutivo, acesso e condições de permanência da mulher na escola, endividamento familiar, violências contra mulheres e população LGBTQIAP+, reforço a estereótipos de gênero, genocídio de populações indígenas e da juventude negra, avanço de práticas e discursos liberais colonizados, aumento do encarceramento em massa de pessoas (sobretudo, mulheres) não-brancas e proletarizadas ao redor do globo e que configuram, portanto, críticas a instrumentos de gestão da pobreza usados para mascarar a necessidade no contexto neoliberal atual de se empurrar pessoas não-brancas e proletarizadas (sobretudo, mulheres) ao trabalho reprodutivo compulsório e/ou ao cárcere, a fim de mascarar a face essencialmente predatória e discriminatória da ordem social e econômica.
Projeto com aprovação de apoio financeiro pela Chamada 011/2022 Demanda Universal Fapemig, para o desenvolvimento de ações de Extensão em Interface com Pesquisa (vigência 05/2023-05/2026, processo APQ-03994-22).
Valor aprovado: R$ 179.841,00
Observatório de Políticas Públicas
Pesquisadores(as):
- Lincoln Thadeu Gouvêa de Frias (ICSA/UNIFAL-MG);
- Luiz Antônio Staub Mafra (Coordenador, PPGPS/ICSA/UNIFAL-MG);
- Virgílio Cézar da Silva e Oliveira (UFJF).
A proposta do observatório de políticas públicas da UNIFAL-MG, campus Varginha, tem como objetivo a análise de políticas públicas com ênfase no desenvolvimento de mecanismos e metodologias de avaliação. Este tipo de análise relaciona-se intimamente com o exercício do controle social e, em contextos democráticos, esta prática mostra-se fundamental para a coerência e a efetividade da ação de governos e para o vínculo entre representantes e representados na esfera política. A importância acadêmica deste projeto pode ser evidenciada pela geração de conhecimento sobre as políticas públicas regionais e sobre o modo como valores sociais e tecnologias de gestão as condicionam. As transformações desencadeadas pela Constituição Federal de 1988 demonstram, agora, certa maturidade, traduzindo-se em um vasto campo de investigação e de interação entre universidade e sociedade. Além disso, o envolvimento discente nas rotinas do Observatório de Políticas Públicas poderá contribuir significativamente para a qualidade dos egressos da UNIFAL-MG, em especial, aqueles integrantes do Mestrado em Gestão Pública e Sociedade.
- Tom Rodrigues (lattes.cnpq.br/
6155611458128263) - Fernando Batista Pereira (http://lattes.cnpq.br/
9306064425709874) - José Roberto Porto de Andrade Junior (http://lattes.cnpq.br/
0362852405167157) - Paula Gontijo Martins (http://lattes.cnpq.br/
7520951927045187)
Saúde e previdência no Brasil
Pesquisadores(as):
- Wesllay Carlos Ribeiro (Coordenador, PPGPS/UNIFAL-MG);
- Maria Regina Martinez (PPGPS/UNIFAL-MG);
- Luisa Pimenta Terra (ICSA/UNIFAL-MG);
- Pamila Cristina Lima Sivieiro (UNIFESP).
A seguridade social, com a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, têm suas bases na garantia dos direitos à saúde, à assistência social e à previdência. Não obstante o seu reconhecimento constitucional como direito a sua implementação e efetividade se apresenta como um processo contínuo e complexo com reflexos e interpenetrações nos espaços públicos e privados. Pesquisar, compreender e debater estes temas apresenta-se como o mote deste projeto.