Agência Nacional de Águas estabelece cota mínima de 15% para o lago de Furnas até novembro; professor da UNIFAL-MG comenta a determinação

Em reportagem sobre a escassez de água nos lagos de Furnas e Mascarenhas de Moraes que abastecem usinas para produção de energia elétrica, o professor Clibson Alves dos Santos, do curso de Geografia da UNIFAL-MG, explicou as medidas estabelecidas pela Agência Nacional de Águas (ANA) sobre os recursos hídricos que determinou nível mínimo de 15% até novembro deste ano. Atualmente, o Lago de Furnas está com 37% da capacidade.

“O nível de referência sendo esses 15%, que é 754 metros [acima do nível do mar],  a Agência Nacional das Águas pode tomar decisões emergenciais do ponto de vista de suspensão ou de alteração dessas autorizações de usos, que não sejam de abastecimento ou de irrigação. Então é como se fosse assim: a hora que chegar esses 15%, as outras alterações de usos elas seriam suspensas temporariamente ou alguma outra ação que reduzisse essa saída de água por outros usos que não fosse o abastecimento de água”, explicou o professor Clibson dos Santos.

A matéria, veiculada no dia 03/06 no Jornal da EPTV – 2ª Edição, também ressaltou os impactos econômicos e sociais devido nível baixo de águas no lago de Furnas que, conforme entidades, afeta negativamente o turismo na região gerando desemprego de milhares de pessoas.

Acesse o outra matéria sobre o assunto em: Lagos de Furnas e de Peixotos terão limite mínimo de 15% dos reservatórios até novembro

Confira a reportagem completa:

 

Disponível no link: https://globoplay.globo.com/v/9572542/

Colaboração: Túlio Rabelo, estagiário de Comunicação Social da UNIFAL-MG campus Varginha

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