Professor da UNIFAL-MG explica diferentes metodologias para criação das vacinas contra a Covid-19 aplicadas no Brasil

O professor Paulo Márcio de Faria e Silva, do Instituto de Ciências Biomédicas da UNIFAL-MG, participou do jornal Mandu News no dia 8/7, a fim de responder perguntas sobre a vacinação contra a Covid-19. Ao longo do bate-papo, o docente falou sobre a diferença de metodologia para a produção das quatro vacinas aplicadas no Brasil até o momento – Coronavac, Astrazeneca, Janssen e Pfizer -, sobre as reações mais comuns e sobre o uso de medicamentos em caso de efeitos colaterais.

De acordo com o docente, a vacina Coronavac utiliza como antígeno o vírus completo da Covid-19, sem a propriedade de causar a doença. As vacinas da Astrazeneca e da Janssen usam, por sua vez, um vírus modificado em laboratório, o adenovírus, com informações de Covid-19 e capacidade de estimular a resposta imunológica nos indivíduos. A vacina da Pfizer, segundo explicação, utiliza a metodologia de RNA mensageiro.

“Todas elas, independente do laboratório, podem causar alguns sintomas, alguns efeitos colaterais. Os efeitos mais comuns são a dor no local da aplicação, às vezes uma vermelhidão, sintomas de uma leve gripe ou resfriado, que seriam dor de cabeça, dor nas articulações, dores musculares, e às vezes até um pouco de febre. Isso pode acontecer para qualquer uma dessas vacinas. Os sintomas são leves e não devem perdurar por muito tempo”, explicou o professor.

Confira a participação completa abaixo:

Disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=fLMxY5nTTYo

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