“Terapia Comunitária Integrativa” é tema do informativo do projeto Comunicação e Informação em Enfermagem e Saúde

2018 / Volume 1/ Edição 12

COMO FUNCIONA A TERAPIA COMUNITÁRIA INTEGRATIVA?

A TCI é feita em formato de roda. Cada participante da sessão é responsável pelo processo terapêutico individual e coletivo. Compartilhar experiências favorece o resgate da identidade, da autoestima e da autoconfiança e a ampliação da percepção. Ela é fundamentada em cinco eixos teóricos: pedagogia de Paulo Freire, Teoria da Comunicação, o pensamento sistêmico, a antropologia cultural e a resiliência.

ONDE PODE SER APLICADA?

É utilizada na saúde da mulher, do homem, da criança, do adolescente e da pessoa idosa, na saúde mental, com usuários de drogas, além de profissionais e acadêmicos da saúde. Devido à sua fácil acessibilidade, baixo custo, autonomia e interação com os indivíduos, a TCI se destaca entre as terapias complementares.

O QUE ELA TRAZ DE BOM?

O trabalho realizado pela TCI reforça a autoestima, promovendo redes solidárias de apoio e melhora recursos disponíveis da comunidade. A possibilidade de ouvir a si mesmo e aos outros participantes dá a oportunidade de pensar diferente sobre as vivências, conquistas, potencialidades e ao sofrimento, diminuindo complicações clínicas. Ela possibilita a promoção da saúde e a prevenção e o tratamento de doenças, proporcionando a reintegração social, espiritual e familiar do indivíduo, assim como a ajuda necessária ao enfrentamento das dificuldades do dia a dia.

Este informativo é produto do projeto de extensão: Comunicação e Informação em Enfermagem e Saúde, que tem por objetivo principal informar a população em geral sobre temas em saúde.

FONTE DE CONSULTA:

MINISTÉRIO DA SAÚDE, Departamento de Atenção básica. O SUS das Práticas Integrativas: Terapia Comunitária. 2017. Disponível em: <http://dab.saude.gov.br/portaldab/noticias.php?conteudo=_&cod=2408>. Acesso em: outubro 2018.

MOURÃO, L. F.et al. Terapia Comunitária como novo recurso da prática do cuidado: revisão integrativa. Sanare, Sobral. v.15, n.02, p. 129-135, Jun./Dez. 2016.

AUTORES: SILVA, B.D¹.; ALBINO, S.A.; CARVALHO, M. L. N.¹; CHAVES, E.C.; FERREIRA, P. M¹; FRANCISCO, S. C.¹; MELO, C. P.¹; MELO, R. N. R.¹;  MORAIS, B. S¹; MUNHOZ, A. A. S. G¹.; NASSIF, M. S.¹; OLIVEIRA, D. S.¹; OLIVEIRA, P. E.¹; PAIVA, E. M. C.¹; RIBEIRO, J. F.¹.

Colaboração: Grupo do projeto de extensão Comunicação e Informação em Enfermagem e Saúde

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