Professor do campus Varginha analisa luta contra o racismo no Dia da Consciência Negra

Na última sexta-feira, 20/11, foi celebrado no Brasil o Dia da Consciência Negra. Nesse dia, em participação ao vivo no Jornal da EPTV 1ª Edição, o professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (ICSA), Jackson Wilke da Cruz Souza, falou sobre a luta ancestral das pessoas negras por igualdade de direitos, trazendo à tona o racismo estrutural e a importância do empoderamento.

Ao observar a violência sob o ponto de vista do agressor e do agredido, o Prof. Jackson sintetiza: “preto parado é suspeito, preto correndo é aquele que faz o crime. […] Sim! A violência no Brasil tem cor, a bala não é perdida […] Infelizmente, [a violência, a culpa] acaba recaindo sobre nós, a população [negra]”.

Conforme o docente, os termos racistas presentes na língua portuguesa, tem origem em um momento histórico agressivo para a população preta, sendo necessário trabalhar a ressignificação dessas palavras racistas a outras maneiras, buscando remontar nosso imaginário. O professor abordou ainda a questão das mulheres negras: “ser mulher é difícil, ser uma mulher negra é muito mais difícil. Então, [ela] acaba ocupando lugares da sexualização, e sempre lugares subalternos”, completou.

Confira a reportagem completa:

Disponível no link: https://globoplay.globo.com/v/9039444/programa/

Colaboração: Túlio Rabelo, estagiário de Comunicação Social da UNIFAL-MG campus Varginha

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