Análise: no contexto da Pandemia! Artigos de servidores da UNIFAL-MG em relação às implicações sociais, econômicas e culturais da pandemia de Covid-19

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ARTIGO: Impactos psicológicos da pandemia: uma abordagem sobre as dificuldades do modelo de ensino remoto aos alunos do curso de pós-graduação em Economia da UNIFAL-MG

Sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Por Mirian Raquel do Nascimento Fernandes  – Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Regional do Cariri – URCA e Mestranda em Economia pela UNIFAL

O presente artigo tem por propósito abordar os impactos psicológicos trazidos pela COVID – 19 e sua relação com as dificuldades de adaptação ao modelo de ensino remoto utilizado em meio a pandemia. Este artigo se caracteriza como de opinião construído a partir dos relatos dos alunos do curso de Pós- Graduação em Economia da Universidade Federal de Alfenas – UNIFAL – MG, turma 2020, a qual integro.

É importante colocar quais os reflexos que a COVID – 19 vem causando não apenas à saúde daqueles acometidos pela doença, mas quanto a população de modo geral, afetando social, econômico e psicologicamente, e no mundo acadêmico em especial às questões educacionais, ensino-aprendizagem, produção e rendimento do aluno.2 Antes os alunos tinham um ambiente de ensino e seus lares, agora moramos onde estudamos e isso gera vínculos nem sempre tão positivos como o esperado, sendo inevitável a separação da vida pessoal com a acadêmica discente, trazendo uma exaustão psicológica e um sentimento muitas vezes frustrante que impede o desenvolvimento do aluno.

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ARTIGO: A Brief overview on Covid-19: risks, demographics and impact*

*Um breve resumo da Covid-19: riscos, demografia e impactos (tradução dos autores)

Sexta-feira, 17 de setembro de 2020

Por Nathaly Oliveira (graduanda em Ciências Atuariais no ICSA/UNIFAL-MG),  Luisa Terra (professora de Ciências Atuariais no ICSA/UNIFAL-MG) e Reinaldo Marques (professor de Ciências Atuariais no ICSA/UNIFAL-MG)

History, once again, surprises us with an unexpected illness that has changed the daily lives of millions of people around the world. The disease, known as Coronavirus (COVID-19), is caused by the SARS-CoV-2 virus and attacks the respiratory system of humans. The origin of this virus was in China, more specifically in the city of Wuhan, but it reached the whole world with a very high speed, putting humanity once again in a pandemic situation. Affecting all the continents of the globe, the virus caused authorities and organizations to introduce measures of social distance, travel restrictions and quarantine, as a way to delay the transmission of the disease. On March 13, 2020, the United States declared the outbreak a national emergency (HALL et al., 2020).

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ARTIGO: Brasil em Desalinho

Segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Por Patrick Fontaine Reis de Araujo (doutor em Economia pela UFRJ e professor de Economia da UNIFAL-MG) e Thiago Fontelas Rosado Gambi (doutor em História Econômica pela USP e professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

O Consenso de Washington[1] vêm desde os anos 1990 lastreando a euforia dos processos de abertura das economias ao redor do mundo. Tratou-se do auge de afirmação da organização individualista das sociedades que – aliada a um pungente desenvolvimento das tecnologias de comunicação – seria o motor para que todos os países se integrassem numa nova economia globalizada e com crescimento acelerado. O manual para a promoção do desenvolvimento estava definido, bastava seguir a cartilha.

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ARTIGO: Minas Gerais: no estado em que menos investiu em saúde em 2020 a Covid-19 se alastra pelo interior

Quinta-feira, 27 de agosto de 2020


Por Thiago Rodrigues Silame (doutor em Ciência Política pela UFMG e professor da UNIFAL-MG);  Larissa Peixoto Gomes (doutora em Ciência Política pela UFMG) e Helga do Nascimento de Almeida (doutora em Ciência Política pela UFMG e professora da Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF)

O governador de Minas Gerais parece viver em uma realidade paralela. Romeu Zema, em entrevista, afirmou: “Eu posso estar enganado, mas, para mim, minha opinião pessoal, é que daqui um ano, quando nós fizermos uma retrospectiva, nós vamos ver que o Brasil, dentro de um contexto mundo, comparado inclusive com países desenvolvidos, não fez um trabalho tão ruim como muitos têm alardeado”.1 Seguiu tecendo comparações com outros países e utilizou a Itália como parâmetro. A comparação entre Brasil e Itália considerou apenas o número absolutos de caso de morte. Se os dados são ponderados por milhões de habitantes, de fato a Itália apresenta um número superior de mortes, mas a mesma ponderação para número de casos mostram que o Brasil supera e muito o país europeu. Um outro dado não considerado por Zema é que a Itália é o segundo país do mundo em número de idosos, estando atrás apenas do Japão, grupo populacional que tem maior probabilidade de desenvolver a forma grave de doença e vir a falecer. Novamente, fica explícito o alinhamento do governador do NOVO ao Presidente Jair Bolsonaro.

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ARTIGO: #FIQUEEMCASA: análise de sentimento dos usuários do Twitter em relação a pandemia de Covid-19

Quinta-feira, 06 de agosto de 2020

                   
Por Gabriel Pessanha (doutor em Administração pela Ufla e professor do ICSA) e Taylor Oliveira Fidelis, (bacharel interdisciplinar em Ciências Econômicas pela UNIFAL-MG, e graduando em Ciências Atuariais na UNIFAL-MG)

As mídias sociais apresentaram uma nova forma dinâmica de comunicação que cria enormes quantidades de dados diariamente. Além disso, possibilitam um maior acesso a informações que, por via de consequência, podem gerar incrementos na educação e conhecimento da população. Neste cenário, o cidadão deixa de ser um mero receptor de conteúdo da internet e das mídias sociais e passa a ser também produtor, uma vez que, a partir da sua interação em mídias sociais, ele cria e compartilha conteúdo com grande alcance (SOUSA JÚNIOR, PETROLL, ROCHA, 2019).

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ARTIGO: Dear, we need to talk about taxes

Quinta-feira, 06 de agosto de 2020

Por Patrick Fontaine Reis de Araujo (doutor em Economia pela UFRJ e professor de Economia da UNIFAL-MG)

Impostos. Sempre um tema espinhoso. Descascar o abacaxi, livrar-se dos espinhos, e alcançar a polpa doce e dourada do fruto coroado.

O sistema tributário, ou os impostos, tem três principais funções no Estado contemporâneo: arrecadar recursos para o Estado, distribuir renda e patrimônio e orientar as ações individuais.

Do ponto de vista da arrecadação, o sistema tributário brasileiro está bem posicionado. A taxa de imposição está ao redor de um terço do PIB, algo repetido nas nações desenvolvidas. É uma proporção que, a princípio, viabiliza um pacto distributivo tripartite, nos moldes da social-democracia europeia do pós-guerra: um terço para o Estado, um terço para os trabalhadores, e um terço para os empresários.

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ARTIGO: Será que podemos apostar no setor privado como futuro motor de recuperação da crise econômica atual?

Segunda-feira, 27 de julho de 2020

Por Fernando Pereira (doutor em Economia pela UFMG e professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

Nas últimas semanas, dados de pesquisas levantados pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) ganharam espaço na mídia econômica nacional[1]. Basicamente, os dados apontam para a queda da intenção de consumo atual e futuro da população brasileira, em um patamar que constituiria seu piso histórico ou algo próximo desse (ocorrido em meados de 2016), como pode ser visto no gráfico1.

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ARTIGO: Entregadores Antifascistas e Breque dos Apps: por que a luta dos trabalhadores de aplicativos é a luta de todos os trabalhadores?

Quarta-feira, 22 de julho de 2020


Por Vanessa Tavares Dias (doutora em Sociologia pelo IESP-UERJ, professora do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

Um dos fenômenos que a pandemia do novo coronavírus permitiu descortinar foi a importância do trabalho dos entregadores de aplicativos. O isolamento social cumprido por parte da população mundo afora intensificou os pedidos de entregas em domicílio, realizadas em grande medida por esses trabalhadores.

Ainda que cumpram funções prioritárias, os entregadores de Apps constituem uma das frações mais vulneráveis da classe trabalhadora. No atual contexto da pandemia, eles atravessam cidades para levar mercadorias de primeira necessidade sem receber Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e sem qualquer auxílio-doença àqueles que possam porventura vir a ser contaminados. Além das condições precárias de trabalho, eles obtêm baixa remuneração e cumprem jornadas extenuantes.

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ARTIGO: O Estado das Coisas – uma tréplica

Segunda-feira, 20 de julho de 2020

Por Patrick Fontaine Reis de Araujo (doutor em Economia pela UFRJ e professor de Economia da UNIFAL-MG) e Nildred Stael Fernandes Martins (doutora em Economia pela UFMG e professora da UNIFAL-MG)

Tomemos emprestada a noção de “diálogo de surdos” de Hirschman. As opiniões abstratas sobre qual deveria ser o funcionamento ideal da economia são infinitas. Referências para essas opiniões são abundantes. Para que o diálogo possa de fato ocorrer, é preciso pôr-se de acordo a respeito de um conjunto básico de fatos e princípios. Defender suas próprias ideias e expô-las continuamente à contraparte, é um esforço absolutamente insensato. Seria o equivalente a falar sem nenhum desejo de ouvir.

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ARTIGO: Minas Gerais e Covid-19: Depois da “bonança” veio a tempestade

Quinta-feira, 16 de julho de 2020


Por Thiago Rodrigues Silame (doutor em Ciência Política pela UFMG e professor da UNIFAL-MG) e Helga do Nascimento de Almeida (doutora em Ciência Política pela UFMG e professora da Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF)

Se desde o começo da pandemia de Covid-19 havia um sentimento truncado de bonança no estado de Minas Gerais (MG), no mês de julho chegou a tempestade.

A situação de MG vem se complicando a olhos vistos e isso pode ser notado fazendo a comparação com os dados de nosso último artigo, “Minas Gerais: subnotificação e des(coordenação) entre estado, União e municípios no enfrentamento à Covid-19”, publicado no compêndio de trabalhos contidos no dossiê “Os governos estaduais e as ações de enfrentamento à pandemia no Brasil”, organizado pela pesquisadora Luciana Santana e pela Associação Brasileira de Ciência Política. Os primeiros dados foram coletados em 6 de junho de 2020 e os dados deste artigo foram coletados em 10 de julho de 2020.

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ARTIGO: Dobrando a Aposta

Terça-feira, 14 de julho de 2020

Por Patrick Fontaine Reis de Araujo (doutor em Economia pela UFRJ e professor de Economia da UNIFAL-MG)

O desenho do arranjo político-econômico teve singelas porém importantes mudanças nas últimas semanas. Há um claro movimento de concentração do esforço ideológico na economia.  Personagens mais caricatos e escatológicos são progressivamente neutralizados. Quem dá as cartas, agora sozinho, é o superministro. A estratégia é a mesma: austeridade como linha mestra. Jogada ensaiada. Cala-se os espantalhos, pro pretenso sábio falar.

O governo, em desespero, dobra a aposta. Atrai as mariposas do luxo, amarrando tudo num arranjo com o centrão. A redução do Estado é a travessia para a salvação. Apostadores sofrem de azia e úlcera, motivados pela angústia de serem forçados a aceitar os gastos do auxílio emergencial. William Waack, demitido por racismo, ressurge. Foi o escolhido, para entrevistar o superministro.

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ARTIGO: A cor da Covid-19

Terça-feira, 14 de julho de 2020

Por Jackson Wilke da Cruz Souza (doutor em Linguística pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar e professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

Em diferentes momentos na História, percebemos como questões de saúde pública evidenciaram posicionamentos ideológicos no mundo, especialmente no Brasil: nas epidemias de poliomielite (em 1953) e varíola (em 1904), nos surtos de cólera (em 1991) e zika (2015), além da mais recentemente pandemia de Covid-19 (2019).

O país com uma forte e arraigada herança escravista ainda não se superou. Os episódios citados anteriormente, os quais ameaçaram a saúde de todos brasileiros, têm algo em comum: eles seccionaram a população quase que em dois grandes grupos, a saber: aqueles que têm condição e acesso ao tratamento e aqueles que não o têm. Numa observação, chegaremos à conclusão de que esse segundo grupo é formado por uma população majoritariamente negra.

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ARTIGO: Economia e Marketing: ao mesmo tempo próximos e distantes

Quarta-feira, 01 de julho de 2020

Por Marçal Serafim Cândido (doutorando em Contabilidade pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto – USP, professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

Há algum tempo, como hobby, tenho estudado a área de marketing. Um conceito interessante em marketing é o da percepção, qual seja, o produto vencedor no mercado não é necessariamente o melhor produto, mas sim aquele que é percebido como melhor na mente dos prospects, para usar a linguagem do marketing[1]. Mais interessante ainda é o fato de que este conceito pode ser aplicado às teorias econômicas: nem sempre a boa teoria é a vencedora, pois esta pode mostrar alguns pontos que não são “novos” e, portanto, o “novo” acaba por conquistar mais a mente dos prospects. Entretanto, o que pode parecer novidade já foi testado em momentos diferentes da história e levaram a resultados desastrosos.

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ARTIGO: Nova pandemia, velhos desafios: reflexões sobre o trabalho

Sexta-feira, 26 de junho de 2020

Por Kaio Lucas da Silva Rosa (acadêmico do curso de Administração Pública da UNIFAL-MG), Dimitri Augusto da Cunha Toledo (doutor em Administração pela UFMG e professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG) e Ana Carolina Guerra (doutora em Administração pela UFMG e professora do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

Refutando os julgamentos desinformados e os posicionamentos negligentes que minimizavam os impactos da pandemia do novo coronavírus (COVID-19) no Brasil, a pesarosa materialidade da curva de 53.830 vítimas fatais e 1.188.631casos confirmados em 25 de junho[i] sustenta que não se trata de uma “gripezinha”, e sim de um quadro crítico, que exige enfrentamento alinhado à urgência de se salvar vidas e mitigar as severas desigualdades. O hiato imposto pela pandemia engendra a “cruel pedagogia”[ii]: se o vírus não faz distinções para a infecção, por outro lado, os privilégios de classe revelam os abismos socioeconômicos da sociedade brasileira. Com essa realidade escancarada, muito poderia ser feito, mas, ao que parece, a lógica eleita para a atuação do governo, foi, para se dizer o mínimo, a insensata. Em meio ao frenesi coletivo que se preocupa com a “indústria na UTI”, e “morte do CNPJ”, ensaiamos vislumbrar, ainda que suscintamente, o trabalho na contemporaneidade e o horizonte ameaçador pós-pandemia.

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ARTIGO: Existe trampolim no fundo do poço? Algumas anotações sobre a crise da Covid-19 nas economias da América Latina

Terça-feira, 23 de junho de 2020

 

Por Bruno Aidar (doutor em História Econômica pela USP e professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

O peso das três grandes da América Latina. Depois da China, Europa Ocidental e Estados Unidos, os impactos da pandemia na América Latina, bem como sua capacidade de reagir social e economicamente, serão cruciais para o destino de uma boa parcela do mundo e essencial para a definição de políticas públicas para a semiperiferia e periferia do capitalismo. De especial importância, é a análise das três maiores economias latino-americanas, que também apresentam os maiores contingentes populacionais. Em 2018, o Brasil detinha 35% do PIB da economia da região, seguido bem abaixo pelo México (23%) e Argentina (10%). Em ordem decrescente, Colômbia, Chile e Peru representam juntos 16% da economia latino-americana. Assim, as três maiores economias alcançam 68% do PIB da região, chegando a 84% ao se considerar as seis maiores.[i]

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ARTIGO: Minas Gerais: Subnotificação, baixa testagem e descoordenação entre Estado, municípios e União no enfrentamento à COVID-19

Sexta-feira, 19 de junho de 2020


Por Thiago Rodrigues Silame (doutor em Ciência Política pela UFMG e professor da UNIFAL-MG) e Helga do Nascimento de Almeida (doutora em Ciência Política pela UFMG e professora da Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF)

No cenário da Pandemia de Coronavírus o estado de Minas Gerais (MG) tem sido para muitas pessoas como uma realidade incompreensível de ser lida. A pergunta que se faz é, como o segundo estado mais populoso do Brasil seria apenas o 12º em número absolutos de casos, 23.347 pessoas contaminadas[i], o 13º em número de mortes, 537 óbitos[ii], configurando-se, dessa forma, como a 2ª menor taxa de mortalidade/100 mil habitantes no país[iii]? Enquanto os estados vizinhos apresentam números gravíssimos. Qual o segredo Minas para esta suposta situação um pouco mais tranquila que a outra metade do Brasil?

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ARTIGO: O pró-Brasil dentre ruínas

Quinta-feira, 18 de junho de 2020


Por Danilo Moraes Nascimento (bacharel em Ciência e Economia pela UNIFAL-MG e graduando em Ciências Econômicas com Ênfase em Controladoria pela UNIFAL-MG)

O programa desenhado para a retomada da economia brasileira após a crise mundial do Covid-19 foi denominado de Pró-Brasil. Até o momento, as medidas foram pouco especificadas, sendo que o único documento oficialmente apresentado para o público foi uma simples apresentação em slide, com sete folhas, bem pouco explicativas.

Em resumo, o programa foi divido em dois eixos: Ordem e Progresso. O primeiro abrange o arcabouço estrutural do sistema econômico, enfatizando a “ordem” da dinâmica econômica. Nessa categoria, estão em enfoque a normatização, o investimento privado, segurança jurídica, otimização do ambiente de negócios e minimização dos impactos socioeconômicos (derivados da atual crise).

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ARTIGO: “Uma Força que nos Alerta”: pela atenção a casos como o Feminicídio de Maria no Sul de Minas Gerais durante e após a pandemia da COVID-19

Segunda-feira, 15 de junho de 2020

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece viver e amar
Como outra qualquer do planeta

[…]

(Milton Nascimento e Fernando Brant, 1978)

            
Por Evelise Paula Ferreira (bacharel em Ciência e Economia e Bacharel em Administração Pública pela UNIFAL-MG) e Fernanda Onuma (doutora em Administração pela UFLA, docente do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

Escrevemos este texto para honrar a memória de uma mulher, filha, irmã, amiga, mãe, vizinha, trabalhadora e membro da nossa comunidade sul-mineira, que teve sua vida abreviada de forma brutal neste ano, pouco antes da COVID-19 (ou Coronavírus) ter se tornado uma pandemia. No ano de 2019, de maneira corajosa e generosa, ela compartilhou com uma das autoras deste texto as violências domésticas cometidas contra ela e as suas formas de resistência. Seu relato colaborou para a pesquisa de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) que desejava compreender o funcionamento da rede pública de proteção a mulheres vítimas de violência em um município do Sul de Minas Gerais a partir da percepção daquelas que nela buscaram atendimento.

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ARTIGO: As ações de Minas Gerais no enfrentamento à pandemia

Quarta-feira, 10 de junho de 2020


Por Thiago Rodrigues Silame (doutor em Ciência Política pela UFMG e professor da UNIFAL-MG) e Helga do Nascimento de Almeida (doutora em Ciência Política pela UFMG e professora da Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF)

No cenário da Pandemia de Coronavírus o estado de Minas Gerais (MG) tem aparecido para muitas pessoas como uma realidade incompreensível de ser lida. A pergunta que se faz é, como o segundo estado mais populoso do Brasil seria apenas o 12º em número absolutos de casos[1], o 13º em número de mortes[2], configurando-se, dessa forma, como a 2ª menor taxa de mortalidade/100 mil habitantes do Brasil?[3] Enquanto isso os estados vizinhos apresentam números mais graves. O que Minas estaria fazendo para estar em uma situação um pouco mais tranquila que a outra metade do Brasil?

A resposta nos parece ter 4 pontos importantes: 1) a forma de registro dos casos; 2) subnotificação no número de sintomáticos e óbitos; 3) baixa  testagem; 4) alinhamento do governo estadual ao executivo federal, no sentido de um afrouxamento do isolamento social, e desalinhamento com a capital do estado, que tem recomendado isolamento.

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ARTIGO: Novas crises, novas teorias: os economistas deveriam acompanhar novas evidências

Sexta-feira, 05 de junho de 2020

 

Por Thiago Fontelas Rosado Gambi (doutor em História Econômica pela USP e professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

Somente o alheamento da realidade social, especialmente de países pobres como o Brasil, pode confiar nas ‘virtudes burguesas’ como solução para a crise econômica que enfrentamos e que provavelmente nos acompanhará por alguns anos. A melhor evidência histórica mostra a insuficiência do investimento privado para ativar a economia em contextos depressivos como o experimentado agora pela economia brasileira e mundial. O exemplo mais emblemático talvez seja a grande depressão da década de 1930; o mais contemporâneo, sem dúvida, a crise financeira de 2008.

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ARTIGO: O “Paradoxo da Pandemia” no registro de casos de Violência Doméstica contra Mulheres nas quatro cidades mais populosas do Sul de Minas Gerais

Sexta-feira, 05 de junho de 2020

 

Por Aline Lourenço de Oliveira e Fernanda Onuma (doutoras em Administração pela UFLA e professoras do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

Em 11 de março de 2020, a doença COVID-19 já se encontrava com contaminação sustentada em 114 países e foi considerada uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Poucos dias depois, em 16 de março deste mesmo ano, a OMS ressaltou o distanciamento social como uma das principais medidas de contenção do avanço da pandemia. Diante do desafio de combater uma doença nova para as ciências, a rotina de pessoas ao redor do mundo se alterou bastante. Com a necessária proibição de aglomerações para conter a disseminação do vírus, tivemos que alterar hábitos de trabalho, de estudos, de consumo, de lazer e de convívio social e familiar.

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ARTIGO: Estudantes do Ensino Médio, o ENEM e a Covid-19

Quarta-feira, 03 de junho de 2020

Por Josefa Alexandrina da Silva (doutora em Educação pela Universidade de São Paulo, foi professora de Sociologia da Rede Pública Estadual de São Paulo e atualmente, é professora substituta da UNIFAL-MG) e Luís Antonio Groppo (doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas, professor da UNIFAL-MG  e coordenador do Grupo de Trabalho Movimentos sociais, sujeitos e processos educativos da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação – ANPEd)

A pandemia de coronavírus (SARS-Cov-2), causador da Covid-19, com sua alta potencialidade de contágio e letalidade, em um curto espaço de tempo impôs mudanças radicais na vida social em todas as regiões do planeta. Diante da intensa interligação entre os países, a disseminação da doença se tornou inevitável, colocando em evidência um ângulo cruel da globalização.

Para conter o avanço da doença, ocorreu uma drástica redução de deslocamentos e fechamento das fronteiras nacionais.  No interior dos países, o isolamento social é visto pelas autoridades sanitárias como a principal medida para atenuar o avanço da doença ou, ao menos reduzir o contágio em escala catastrófica.  As medidas de isolamento social adotadas pela maioria dos países conduziram à redução de deslocamentos humanos, interrupção de parte da produção industrial, restrição das atividades comerciais para setores não essenciais e interrupção das atividades presenciais em escolas e universidades.

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ARTIGO: Impactos da pandemia na indústria nacional e desafios para o setor

Quarta-feira, 03 de junho de 2020

Por Italo do Nascimento Mendonça e Otávio Junio Faria Neves (bacharéis em Ciências Econômicas com Ênfase em Controladoria pela UNIFAL-MG e mestrandos no Programa de Pós-Graduação em Economia da UNIFAL-MG)

As expectativas sobre quando a economia brasileira retomaria a trajetória de crescimento econômico alimentavam-se gradativamente e com cautela por todos os setores da economia. O setor industrial, de importância significativa quando se fala nesse assunto, já enfrentava problemas antes da pandemia do Covid-19 e, consequentemente, com o auge dessa crise, terá dificuldades ainda maiores para se reerguer. O primeiro ano do Governo Bolsonaro e o início do segundo produziram poucas medidas para incentivar a indústria brasileira a retomar seu desenvolvimento. A preocupação por parte do governo no que se refere à produção industrial e os outros setores econômicos ocorreu somente quando a crise sanitária começou a impactar diretamente a economia brasileira [1].

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ARTIGO: A Ciência e o Anticientificismo

Terça-feira, 02 de junho de 2020

 

Por Robson Vitor Freitas Reis (mestre em Direito pela UFMG e técnico administrativo do campus Varginha da UNIFAL-MG)

O presente trabalho, através de uma perspectiva filosófica e epistemológica, tem como objetivo tentar conscientizar não só a comunidade científica, mas principalmente o público leigo em geral, sobre importância do conhecimento científico. Assim, tentaremos nas próximas linhas explicar como o conhecimento científico surge e se expande, os problemas oriundos dessa expansão, bem como possíveis soluções para esses problemas. Para tanto, dividiremos nossa explicação em três partes.

[…] devido ao contexto pandêmico que estamos atravessando agora em 2020, não podemos deixar de mencionar a forma irresponsável como algumas pessoas e até mesmo alguns líderes de Estado estão lidando com a COVID – 19, desrespeitando as orientações provenientes dos mais renomados órgãos responsáveis por pesquisas na área de saúde do mundo.

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ARTIGO: A reabilitação no período pós-pandemia da COVID-19

Segunda-feira, 01 de junho de 2020

 

Por Lucas Emmanuel Teixeira (doutor pela Universidade Federal de São Paulo e professor do Instituto de Ciências da Motricidade da UNIFAL-MG)

A reabilitação terá que lidar com as demandas biopsicossociais do período pós-pandemia da COVID-19.  O profissional terá como desafio lidar com a sobreposição da dor física e da dor afetiva desencadeadas ou agravadas pela pandemia da COVID-19. O processo de retomada das rotinas de educação e saúde no período pós-pandêmico exigirá mais do que adequações sanitárias.

A exposição da população a traumas, como testemunhar e cuidar de pessoas gravemente doentes, ameaça de vida percebida, mortalidade e luto, mortes de profissionais de saúde, podem prejudicar a saúde mental da população, ampliando os riscos de desenvolver sofrimento psíquico e progressão para a psicopatologia, dentre elas o transtorno de estresse pós-traumático (SHULTZ et al., 2015; NERIA et al, 2011).

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ARTIGO: Por um Big Push Tupiniquim

Quinta-feira, 28 de maio de 2020

Por Patrick Fontaine Reis de Araujo (doutor em Economia pela UFRJ e professor de Economia da UNIFAL-MG)

A reunião ministerial, divulgada em vídeo na última semana, explicita o que parecia óbvio. A viabilização dos projetos é determinada pela interação entre o presidente e o superministro Paulo Guedes. Falou-se muito – execrou-se sobretudo um inimigo imaginário paranoide – mas nada sobre a pandemia, e muito pouco sobre o Pró-brasil, projeto que motivou aquela reunião. Uma esquizofrênica folie à deux[1] se conduzia entre um neoliberal tresloucado e um ex-militar preguiçoso e vaidoso, muito mais preocupado com a própria imagem. Não fazer nada é sempre uma boa opção, de preferência com a canetada de um economista de Chicago. Laissez-faire, laissez-passer, na veia.

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ARTIGO: Desenlace da crise econômica: o Princípio da Demanda Efetiva em Kalecki e Keynes

Terça-feira, 26 de maio de 2020

Por Débora Lima (doutora em Economia pela UFU e professora do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

A compreensão da atual crise econômica, assim como a apresentação de um prognóstico certeiro do problema, exige o retorno às diferentes correntes de pensamento econômico. Essas distintas orientações teóricas respondem a um debate que aborda os diversos caminhos a serem percorridos para se chegar à recuperação da economia. Enquanto alguns economistas atribuem o dinamismo dos principais indicadores macroeconômicos à oferta, outros o fazem para a demanda.

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ARTIGO: Atuação Governamental e Coronavírus: Um Contraponto

Terça-feira, 26 de maio de 2020

Por Marçal Serafim Cândido (doutorando em Contabilidade pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto – USP, professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG)

Desde abril tem sido publicada uma série de textos na página da UNIFAL-MG, em que são divulgados artigos de servidores da instituição com temáticas relacionadas às implicações sociais, econômicas e culturais da pandemia de Covid-19. Neste artigo eu (permitam-me usar a primeira pessoa) faço uma breve análise de três artigos[1][2][3] publicados por docentes da instituição, com o propósito de fazer um contraponto de algumas afirmações apresentadas naqueles trabalhos.

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ARTIGO: Pró-Brasil: decolagem sem empuxo

Quarta-feira, 20 de maio de 2020

Por Patrick Fontaine Reis de Araujo (doutor em Economia pela UFRJ e professor de Economia da UNIFAL-MG)

Os planos plurianuais de desenvolvimento já foram uma tendência do século XX. Coincidentemente ou não, os anos de maior crescimento da economia mundial foram anos em que essa prática esteve disseminada entre os mais diversos países, fossem eles capitalistas ou socialistas. A retomada da economia estadunidense após o Grande Crash de 1929 foi articulada pelo New Deal. Depois da Segunda Guerra Mundial, o Plano Marshall lastreia as estratégias nacionais de desenvolvimento na Europa, e o planejamento aos poucos se dissemina também nos países subdesenvolvidos. No Brasil, o mais emblemático desses planos foi o “50 anos em 5” de JK, mas a prática se repetiu em diversas outras ocasiões ao longo de nossa história econômica, inclusive ao longo do período conhecido como Milagre Econômico.

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ARTIGO: Isolamento social, saúde mental e suicídio

Terça-feira, 19 de maio de 2020

Por Daniel Hideki Bando (doutor em Ciências pela USP e professor de Geografia da UNIFAL-MG)

O sentimento de isolamento e falta de apoio social é um fator de risco ao suicídio reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (WHO 2014). Quem teorizou sobre isso foi o pai da sociologia moderna, Émile Durkheim, quando estudou o suicídio na França no final do século XIX. De acordo com Durkheim o suicídio varia inversamente com o grau de integração social que o indivíduo faz parte (Durkheim 1897/2004). Durkheim usou dados e mapas para dar embasamento empírico a sua teoria. Ele observou que a ocorrência do suicídio era maior ao norte da França, e coincidia com áreas onde as famílias eram menores. Notou que as pessoas solteiras apresentavam maior risco ao suicídio, em contraposição aos casados que eram protegidos ao suicídio. No estudo recém publicado “Geographical clusters and social risk factors for suicide in the city of Sao Paulo, 2006-2015” (Bando, Barrozo et al. 2020) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32345084 esse padrão foi confirmado.

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ARTIGO: Saúde, trabalho e a pandemia do novo coronavírus

Sexta-feira, 15 de maio de 2020


Por Ana Márcia Rodrigues (doutora em Economia em UFU e professora de Economia da UNIFAL-MG) e Sérgio Valverde Marques dos Santos (doutor em Enfermagem pela USP/Ribeirão Preto e professor da Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG)

O novo coronavírus (SARS-COV-2), reconhecido como pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS)1 em março de 2020, vem provocando transtornos em todos os setores. Estes problemas afetam, principalmente, a saúde e a economia como um todo, salientando as fragilidades dos sistemas de bem-estar social dos países ao redor do mundo.

No mundo, já são mais 4.170.424 de casos da doença (COVID-19) e 287.399 mortes, segundo dados da OMS divulgados no dia 13 de maio de 2020. No Brasil, até esta mesma data, foram registrados 188.974 casos do novo coronavírus e 13.149 mortes, com taxa de letalidade de 7% (razão entre número de mortes e o número de casos) e de mortalidade de 6,3% (por 100 mil habitantes). A partir destes números, o Brasil passou a ocupar a sétima posição entre os países mais afetados pela COVID-19, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, Espanha, Itália e França, que possuem maiores números de casos confirmados2,3.

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ARTIGO: O accountability no controle e responsabilização do gasto público em tempos de COVID-19

Sexta-feira, 15 de maio de 2020

Por Cláudio Roberto Caríssimo (doutorando em Administração na UFLA e professor da UNIFAL-MG)

Em artigo seminal publicado na Revista de Administração Pública, Campos (1990) apresentou considerações a respeito de não haver uma palavra na língua portuguesa que exprimisse o significado amplo do termo inglês “accountability”. Para a autora, esse termo carrega em si a capacidade dos cidadãos exercerem o direito à fiscalização e controle das atividades políticas e administrativas dos governos, assim como na execução voluntária por esses últimos em transparecer suas ações com a prestação de contas permeada pela responsabilização.

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ANÁLISE EM VÍDEO:  O papel da inovação e da criatividade na superação da pandemia da Covid-19

Quinta-feira, 14 de maio de 2020

                  
Por Hélio Lemes Costa Júnior (doutor em Engenharia de Produção pela UFSCar e professor de Administração Pública na UNIFAL-MG)

No final do século passado, a inovação tornou-se um tema constante nos planejamentos estratégicos das organizações privadas e, mais recentemente, nas públicas também.

Há diversos tipos e modelos de inovação: de produto, de processo, de modelo de negócio; tanto lineares quanto interativos, fechados e abertos etc.

Inovação aberta é um tema tratado por pesquisadores e administradores desde o começo dos anos 2000, porém há muito mais teoria do que prática, quando se trata deste tema.

Durante a crise pandêmica as organizações começaram a aplicar a teoria da inovação aberta, criando projetos colaborativos de criação de soluções para os problemas emergentes. Governo trabalhando com corporações, estas últimas interagindo com startups, centros de pesquisa e universidades públicas e privadas co criando soluções, dentre outros exemplos.

O tema foi abordado em vídeo para o evento “World Creativity Day” (Dia Mundial da Criatividade).

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ARTIGO:  Panorama demográfico da COVID-19 no Sul de Minas Gerais

Quinta-feira, 14 de maio de 2020


Por Pamila Cristina Lima Siviero (doutora em Demografia no Cedeplar/UFMG e professora de Ciências Atuariais na UNIFAL-MG) e Larissa Gonçalves Souza (doutoranda em Demografia no Cedeplar/UFMG e professora de Ciências Atuariais na UNIFAL-MG)

No dia 12 de maio de 2020, o Brasil registrou 881 óbitos por COVID-19 em 24 horas, o maior número até o momento, acumulando um total de 12.400 óbitos e 177.589 casos confirmados1. Na mesma data, o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais indicava um total de 135 óbitos confirmados, 807 óbitos suspeitos,  3.733 casos confirmados e 101.572 casos suspeitos2. Para analisar o cenário demográfico da COVID-19 do Sul de Minas Gerais foram coletados dados dessa macrorregião do Estado, a qual é composta por 153 municípios distribuídos em 12 microrregiões: Alfenas/Machado (17), Guaxupé (9), Itajubá (15), Lavras (10), Passos/Piumhi (18), Poços de Caldas (5), Pouso Alegre (33), São Lourenço/Caxambu (24), São Sebastião do Paraíso (6), Três Corações (6), Três Pontas (5) e Varginha (5)3. O sul de MG tem uma população de aproximadamente 2.804.284 habitantes, que representa em torno de 13,2% da população do Estado4.

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ARTIGO: Minas Gerais: entre o isolamento social e o alinhamento a Bolsonaro

Quinta-feira, 14 de maio de 2020


Por Thiago Rodrigues Silame (doutor em Ciência Política pela UFMG e professor da UNIFAL-MG) e Helga do Nascimento de Almeida (doutora em Ciência Política pela UFMG e professora da Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF)

O primeiro caso de infecção pelo novo coronavírus no estado de Minas Gerais foi confirmado em 8 de março. Cinco dias depois, o governo do estado decretou situação de emergência em saúde pública.

Para lidar com a pandemia, o estado organizou comitês em duas frentes, saúde e economia. No dia 16 de março foi instituído o Comitê Gestor do Plano de Prevenção e Contingenciamento em Saúde da Covid-19; no dia seguinte, o Comitê de Crise para a Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19 e em 25 de março, o Comitê Extraordinário Gestor de Ações de Recuperação Fiscal, Econômica e Financeira do Estado.

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ARTIGO: O papel do Estado nacional brasileiro deve ser outro no combate à economia política do genocídio

Quarta-feira, 13 de maio de 2020

Por Jaime León (pesquisador do Laboratório de Estudos Marxistas do Instituto de Economia da UFRJ. Atualmente professor substituto da UNIFAL-MG)

Com a pandemia da Covid-19, a correlação de forças da geopolítica mundial está em ebulição diante, por exemplo, da proximidade do pleito eleitoral nos EUA, a crescente disputa geopolítica entre EUA e China e a recente crise do petróleo (o barril passou a registrar preços negativos nos últimos dias). Assim, as políticas econômicas emergenciais são o melhor sinal que os Estados nacionais podem dar neste momento para a superação da crise. No cenário de crise estrutural do capital, simbolizada por mais uma crise no neoliberalismo e desemprego em massa, se debate bastante a reconfiguração da atuação dos Estados nacionais como atenuadores e possíveis instrumentos de solução à crise socioeconômica, geopolítica e sanitária mundial.

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ANÁLISE EM VÍDEO: Inovação e iniciativas para enfrentar a crise causada pela pandemia de Covid-19

Quarta-feira, 13 de maio de 2020

                  
Por Hélio Lemes Costa Júnior (doutor em Engenharia de Produção pela UFSCar e professor de Administração Pública na UNIFAL-MG) e Police Neto (vereador de São Paulo)

É fato que a pandemia possibilitou transformações sociais, culturais e econômicas no Brasil. Com base nisso, o professor do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG, Hélio Costa, participou de um bate-papo sobre inovação e iniciativas para enfrentar a crise, com Police Neto, vereador de São Paulo, no canal do YouTube da plataforma “Shawee”.

 

ARTIGO: Economia política do genocídio através da política econômica da hecatombe

Quarta-feira, 13 de maio de 2020

Por Jaime León (pesquisador do Laboratório de Estudos Marxistas do Instituto de Economia da UFRJ. Atualmente professor substituto da UNIFAL-MG)

A pandemia do Covid-19 escancara que o capitalismo foi pego despreparado para lidar com a devassidão de uma crise sanitária que leva ao paroxismo os limites absolutos de um modo de produção que enfrenta, desde os anos 1970, uma crise estrutural do capital. Tal crise, além de saúde, é uma crise socioeconômica e política e é marcada, principalmente, pelo desemprego estrutural e pela persistente tentativa, por parte do capitalismo neoliberal, de cercear as funções intervencionistas dos Estados nacionais, justamente aquelas que podem mitigar o problema que estamos vivendo.

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ARTIGO: Por que trabalhadores e trabalhadoras têm encontrado dificuldades para receber a renda básica emergencial?

Quarta-feira, 13 de maio de 2020


Por Fernanda Onuma (doutora em Administração pela UFLA, professora da UNIFAL-MG); Santiane Arias (doutora em Ciência Política pela UNICAMP, professora da UNIFAL-MG) e Vanessa Tavares Dias (doutora em Sociologia pelo IESP-UERJ, professora da UNIFAL-MG)

No final de março de 2020, o Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei 1.066/2020 que dispõe sobre a Renda Básica Emergencial destinada à parte dos trabalhadores impedidos de realizar as suas atividades durante a pandemia do novo coronavírus. O PL foi transformado na Lei nº13.982, de 02 de abril de 2020, na qual são indicados os beneficiários do programa.

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ARTIGO: O papel da neurociências e educação após a pandemia causada pelo Covid-19

Sexta-feira, 08 de maio de 2020

 

      
Por Mônica Naves Barcelos (doutoranda no Programa de Pós-Graduação de Biociências Aplicada à Saúde da UNIFAL-MG), Priscila de Medeiros (pós-doutoranda em Neurociências na USP), Marcelo Lourenço da Silva (professor no Instituto de Ciências da Motricidade da UNIFAL-MG) e Renato Leonardo de Freitas (professor visitante no Instituto de Ciências Biomédicas da UNIFAL-MG)

No final do ano de 2019, especificadamente no mês de dezembro, em Wuhan, na China começaram a aparecer casos de pneumonia com causa desconhecida. Após realizar avaliações dos pacientes portadores da enfermidade, foi descoberto um novo tipo de Coronavírus (2019-nCoV), RNA vírus envelopado que pode ser encontrado em humanos, outros mamíferos e em aves. Este vírus pode causar doenças respiratórias, hepáticas, entéricas e neurológicas (ZHU et al., 2020). Porém, após a contaminação na China, o vírus tem se espalhado rapidamente por todo mundo, a ponto de vir a ser considerado pandemia pelo Organização Mundial da Saúde (OMS-WHO, 2020). O 2019-nCoV ainda tem evolução viral, patogenicidade, alta transmissibilidade (ZHU et al., 2020).

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ARTIGO: “Elementos neoliberais nas medidas provisórias de mitigação dos impactos econômicos da pandemia”

Quinta-feira, 07 de maio de 2020

Por Marcelo Lothar Frankland Sawaya – mestrando do Programa de Pós-Graduação em Economia da UNIFAL-MG

Dentre as várias abordagens possíveis para a questão do trabalho, o modelo neoliberal ostenta forte hegemonia dentro da cúpula decisória federal. Para toda crise econômica que surge, independentemente de sua natureza, origem ou consequências, a solução apresentada pelos neoliberais segue sempre a mesma receita: flexibilizar relações de trabalho, fazendo reduzir a estabilidade no emprego; reduzir tributos sobre os empregadores; retirar direitos trabalhistas; privilegiar acordos individuais e reduzir a participação de sindicatos. Esta receita se verifica, por exemplo, na lei da terceirização1, na lei da liberdade econômica2 e na reforma trabalhista.

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ARTIGO: “Aspectos demográficos da pandemia de COVID-19”

Segunda-feira, 06 de maio de 2020

 

Por Larissa Gonçalves Souza e Pamila Cristina Lima Siviero – professoras do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG

A pandemia de Coronavirus Disease (COVID-19), ocasionada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), tem se disseminado de forma acelerada em várias regiões do mundo. A resposta do sistema de saúde frente à pandemia, a capacidade laboratorial de diagnóstico da doença, o comportamento da população em relação às medidas de isolamento social são cruciais para analisar as especificidades da doença. A capacidade de atendimento da demanda potencial resultante da pandemia de COVID-19, pelos sistemas públicos e privados de saúde, é discutida em estudo realizado por Noronha e colaboradores.

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ARTIGO: “Pandemia e Desigualdade: passado, presente e futuro”

Terça-feira, 05 de maio de 2020

Por Otávio Junio Faria Neves – mestrando do Programa de Pós-Graduação em Economia da UNIFAL-MG

A crise causada pela pandemia coloca em pauta muitas preocupações decorrentes desse cenário. Uma delas é o aumento da desigualdade social, tema recorrente em momentos como o de agora. Se realizarmos um exame de consciência veremos que no Brasil as discussões sobre o tema não se iniciaram agora, representando um problema estrutural e histórico.

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ARTIGO: “A retórica da austeridade”

Segunda-feira, 04 de maio de 2020

Por Patrick Fontaine Reis de Araujo – professor de Economia do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas – Universidade Federal de Alfenas

Qual seria o propósito de cortar gastos públicos? Conter a evolução da dívida pública, certo?

Fato é que os impulsos recessivos do governo – ao cortar gastos – deprimem todo o sistema econômico. Um corte de gastos do governo é uma receita a menos para vários agentes privados, que repassarão o impulso recessivo aos demais. A organicidade do tecido econômico é complexa, mas o que é evidente é a prevalência do Estado como principal agente do sistema. Seus choques recessivos não apenas deprimem diretamente as receitas como também desestimulam qualquer investimento.

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ARTIGO: A crise e os pequenos negócios

Quinta-feira, 30 de abril de 2020

Por Hélio Lemes Costa Júnior – professor de Administração Pública do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG

Varginha enfrenta, desde 21 de março, o que já ocorria em outros países e em algumas capitais brasileiras: comércio e serviços parcialmente fechados ao público.
Mas o que acontece com o pequeno empresário? Normalmente ele não tem uma poupança, um fundo de reserva, uma provisão de emergência para sobreviver à falta de faturamento. Uma característica do pequeno negócio é andar sempre com as contas muito justas. Pagam-se as contas do mês com a receita do próprio mês.

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ARTIGO: Reflexões sobre a pandemia de Covid 19 e a importância do idoso na dinâmica da economia

Quinta-feira, 30 de abril de 2020

                  
Por Alinne Alvim Franchini e Pamila Cristina Siviero
– respectivamente, professoras de Economia e Ciências Atuariais, do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG

O Brasil está passando por um processo de envelhecimento populacional acelerado. Conforme dados do último censo demográfico (2010) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população acima dos 60 anos era de 20,9 milhões, representando aproximadamente 11% da população brasileira. Em 2018, 28 milhões de brasileiros eram idosos, de forma que a participação dessa parcela populacional aumentou para 13%. Projeções do IBGE indicam que aqueles com mais de 60 anos devem ultrapassar os 30% em 2060.

No que diz respeito à importância dos idosos para a dinâmica da economia, dois aspectos devem ser considerados.

Saiba quais

 

ARTIGO: Os limites do mercado e a necessidade de atuação do Estado no enfrentamento da crise

Sexta-feira, 24 de abril de 2020

Por Nildred Stael Fernandes Martins – professora de Economia do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG

A economia brasileira apresenta, no segundo trimestre de 2020, um quadro de crise econômica provocada pela pandemia da Covid-19, à qual se soma a lenta recuperação desde a recessão de 2015-2016. O isolamento social e a paralisação de uma série de setores tende a agravar muito o quadro de recessão e de desemprego. O que fazer para minimizar os impactos da crise? Como atender à necessidade de se preservar a renda, o emprego, a atividade das empresas? Como manter uma organização mínima do sistema econômico diante da necessidade do isolamento social?

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ARTIGO: A crise que mudará o país: exilados, somos convidados a repensar nossas prioridades, nossos líderes e nosso destino 

Sexta-feira, 24 de abril de 2020

 

                        
Por Ana Cláudia Ribeiro e João Pedro Moreira Costa
– mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Gestão Pública e Sociedade da UNIFAL-MG

Albert Camus, em seu livro “A peste”, conta como a epidemia que se alastrava por uma cidade no norte da Argélia, gerava em cada um dos cidadãos uma sensação diferente de exílio e isolamento. Distanciamento das próprias vidas, daqueles que amamos e das fronteiras da cidade.

Sob ataque de uma doença que ignorava fronteiras de qualquer espécie, os moradores sonhavam em acelerar o tempo para alcançar o fim da peste. Alguns resistiram, outros desistiram e outros criaram fantasias aleatórias para manter a razão. Mas, todos enfrentavam a força mordaz da separação que tocava cada um, ao se depararem com o próprio exílio.

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ARTIGO: Alfenas: pressões cruzadas no enfrentamento da pandemia de COVID-19

Sexta-feira, 17 de abril de 2020

Por Thiago Rodrigues Silame – professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras da UNIFAL-MG

Alfenas é um município do sul do estado de Minas Gerais, pertencente à Mesorregião do Sul e Sudoeste de Minas Gerais, cuja população estimada é de 79.996 habitantes segundo dados do Instituto Brasileiro de Geográfica e Estatística (IBGE)2 de 2019. Segundo dados do censo de 2010, o IDHM aumentou nos últimos 20 anos, alcançando 0,76, considerado médio. O município apresenta bons indicadores de mortalidade infantil (14,03 óbitos por mil nascidos vivos) e de escolaridade (taxa de escolarização de 97,8% em crianças que se encontram na faixa etária entre os 6 e 14 anos).

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ARTIGO: “Economia e meio ambiente: uma relação atualmente conflitante evidenciada pela pandemia do Coronavírus”

Quinta-feira, 16 de abril de 2020

Por Kellen Rocha de Souza – professora do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG

De toda situação na vida podemos aprender uma lição ou ainda, melhor dizendo, podemos incorporar alguns hábitos – praticados esporadicamente – como permanentes. No que se refere à saúde, por exemplo, que nosso cuidado constante com a higienização das mãos e o uso de máscaras por causa do Coronavírus (Covid-19) se torne um hábito constante em nossas vidas, o que evitaria, por sua vez, a contaminação de outras doenças, como a gripe.

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ARTIGO: “Combate ao desemprego diante da pandemia do novo coronavírus”

Quinta-feira, 16 de abril de 2020

                 
Por Débora Juliene Pereira Lima e Ana Márcia Rodrigues
– professoras do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas

O desemprego é uma situação preocupante, uma vez que coloca em risco a subsistência dos(as) trabalhadores(as) e de suas famílias, ao comprometer a regularidade da renda familiar. A taxa de desemprego é o indicador que reflete a dimensão do número de desempregados(as) em relação à População Economicamente Ativa (PEA). Este indicador acompanha o nível de atividade econômica.

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ARTIGO: “Pandemia e Economia: reflexões a partir de um Vírus

Quarta-feira, 15 de abril de 2020

          
Por Patrick Fontaine Reis de Araujo e Fernando Batista Pereira – professores de Economia do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG

As grandes crises costumam trazer consigo grandes avanços na forma de organização das sociedades. Somos todos tomados por um senso de urgência que nos induz a focar nos elementos prioritários de nossas funções. Foi assim nas duas grandes guerras, e a crise suscitada pela emergência do coronavírus já se desenha como a maior crise mundial desde 1929.

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ARTIGO: “A Pandemia e a pobreza: como proteger os mais pobres perante o colapso econômico e sanitário?”

Quarta-feira, 15 de abril de 2020

 


Por Otávio Junio Faria Neves e Italo do Nascimento Mendonça – mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Economia da UNIFAL-MG

A pandemia causada pelo COVID-19 expõe governos de diferentes países a lidar com a maior crise econômica e sanitária da nossa geração. Ações coordenadas entre ministérios governamentais testam, a cada dia, a máquina pública ao redor do mundo. As respostas devem ser rápidas: o vírus não espera a boa vontade dos políticos e muito menos o isolamento voluntário dos cidadãos. No meio desse cenário caótico, famílias pobres estão muito mais vulneráveis e necessitam ser amparadas por políticas econômicas e sociais específicas.

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ARTIGO: “Impacto e enfrentamento do maior colapso econômico e social desde 2007”

Seguimos falando sobre o Coronavírus e a segunda grande crise do século XXI

Quarta-feira, 15 de abril de 2020

Por Elinne Val, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Economia da UNIFAL-MG

O Fórum Econômico Mundial publicou uma série de matérias analisando os impactos e as medidas de enfrentamento da Covid-19 pelo mundo e considera que, mesmo em comparação com outras crises recentes como a do mercado financeiro vivida em 2007 e 2008, a situação é bastante grave. O efeito da proliferação do vírus está causando um choque profundo e sério na economia global, exigindo dos formuladores de políticas rápidas ideias sobre como responder. A experiência da China, até o momento, mostrou que atitudes corretas e ágeis fazem toda a diferença no combate à doença e na mitigação de seus efeitos.

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ARTIGO:Por que é falso o dilema entre salvar vidas ou ajudar a economia?”

 

 “Simples”: Porque a quarentena e o isolamento horizontal (total) protegem a saúde dos seres humanos, minimizam o total de mortos resultantes da COVID-19 e, também, diminuem as perdas de recursos humanos na economia.

Quarta-feira, 15 de abril de 2020

     
Por Lora dos Anjos Rodrigues, André Luiz da Silva Teixeira, Fernando Pereira e Cirlene Maria de Matos professores de Economia do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG

Quando uma pandemia se instala e avança, a incerteza nos mercados corre à sua frente. Empresas e consumidores tornam-se mais cautelosos e adiam suas decisões de investimento, produção e consumo para se protegerem do desconhecido. Inevitavelmente, a atividade econômica diminui e a crise chega, mais cedo ou mais tarde… Mais cedo (!), se depender do humor de especuladores no mercado financeiro. Em pronunciamento, Kristalina Georgieva, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirma que mais de US$ 100 bilhões já deixaram os mercados emergentes, como o Brasil, em apenas dois meses.

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ARTIGO: “Universidades públicas e suas interações com a sociedade: ferramenta para superarmos a crise da COVID-19”

Quarta-feira, 15 de abril de 2020


Por André Luiz da Silva Teixeira, Cirlene Maria de Matos e Lora dos Anjos Rodrigues
– professores do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG

A proliferação do novo coronavírus (COVID-19) ao redor do mundo tem gerado angústias e incertezas nos mais diversos setores da sociedade. As políticas necessárias de isolamento social criaram um novo e desconhecido cenário que tem causado apreensão em todos os brasileiros (as), incluindo empresários (as), estudantes, professores (as) e demais trabalhadores (as). Ao mesmo tempo, esse sentimento tem motivado iniciativas para reduzir os efeitos dessa crise tanto no âmbito da saúde quanto da economia. E, nessa busca por soluções para o país, nossas universidades – públicas e gratuitas – têm-se mostrado agentes essenciais.

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ARTIGO: “Pandemia e Economia: cartas sobre a mesa!”

Terça-feira, 07 de abril de 2020

Por Kellen Rocha de Souza – professora do Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da UNIFAL-MG, com colaboração de colegas de unidade

De uma coisa não podemos negar: vivemos uma situação nunca antes vivida pela nossa geração. Nossas vidas mudaram completamente em tão pouco tempo nas últimas semanas. Desde janeiro, é fato, tomamos conhecimento sobre os acontecimentos na China, mas, por acreditarmos que o perigo estava longe, nem ao menos passou por nossas cabeças como poderíamos ser afetados. Nas últimas semanas, este quadro mudou drasticamente e percebemos que os problemas derivados da pandemia não podem mais ser minimizados.

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ARTIGO: “Universidade, pandemia e a nova normalidade na época do antropoceno”

Terça-feira, 07 de abril de 2020

Por Walter  Lowande – professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras da UNIFAL-MG

O tipo de impacto social causado pela Covid-19 tende a ser algo cada vez mais comum a partir de agora, ao menos este é o cenário para o qual apontam os prognósticos dos estudos que, em diversas áreas, se voltam para a nova época geológica na qual estamos vivendo: a Época do Antropoceno. O meio universitário deveria se esforçar para se manter como sempre foi ou precisamos repensar radicalmente o nosso regime de produção de conhecimento?

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